Cuidados com a pele no inverno: algumas dicas

Você é do time que ama o inverno ou prefere as temperaturas mais quentes do verão? Qualquer que seja a sua estação preferida, o importante é não deixar de lado os cuidados com a pele, especialmente nos dias frios.

A baixa umidade do ar e as temperaturas mais frias, juntamente com os banhos mais demorados e quentes, podem diminuir as barreiras cutâneas. É por isso que devemos redobrar os cuidados com a pele no inverno – para nos mantermos saudáveis o ano todo!

Neste artigo, você vai descobrir como os cuidados com a pele são simples e devem ser colocados em prática por todos, homens e mulheres. Continue a leitura para saber mais!

Principais cuidados com a pele nos dias frios

Nos dias mais frios, é comum que nossa pele fique mais ressecada e suscetível a alergias. Para evitar aquele aspecto esbranquiçado e garantir uma cútis saudável, trouxemos algumas dicas de cuidados com a pele no frio. Confira!

Evite banhos quentes e demorados

Começamos pelo mais difícil! Nos dias mais frios, é tentador tomar aquele banho bem quentinho e demorado para relaxar. Porém, a água muito quente pode retirar a barreira protetora da pele e causar ressecamento. Prefira banhos mornos e procure não utilizar esponjas muito ásperas, que agridem a pele.

Reforce a hidratação e os cuidados com a pele

Use e abuse dos cremes hidratantes, específicos para o seu tipo de pele e para cada região. Nas extremidades, como mãos, pés e cotovelos, prefira as opções mais densas e potentes, pois esses locais tendem a ficar mais ressecados.

Não se esqueça de ingerir bastante água, porque a hidratação também tem que vir de dentro para fora. O ideal é tomar pelo menos 2 litros por dia, então deixe sempre uma garrafinha por perto para não se esquecer!

Use filtro solar

O sol é mais ameno nessa época do ano, mas a radiação continua existindo. Por isso, o protetor solar é um passo essencial na rotina de cuidados com a pele no inverno. Escolha o produto ideal para o seu tipo de pele e com proteção de pelo menos 30 FPS.

Cuide da alimentação

Cuidar da pele também passa por cuidar da alimentação. Então, nos dias de inverno, prefira refeições mais nutritivas e que saciem a fome, evitando exageros. Algumas dicas que podem ajudar são:

  • Prepare sopas e caldos com legumes e vegetais;
  • Tome muito líquido, especialmente quente. Chás e cafés são boas sugestões;
  • Consuma frutas e verduras da estação;
  • Substitua alguns alimentos por versões suas integrais, que contém mais fibras e dão uma maior sensação de saciedade.

 

Neste artigo, trouxemos algumas dicas de cuidados com a pele nos dias de inverno. A estação mais fria do ano exige mais atenção para a saúde como um todo, por isso é bom ficar atento aos detalhes.

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Segunda dose contra Covid-19: por que tomar a vacina?

Mesmo com a disponibilidade da vacina contra a Covid-19 no Brasil e a alta procura pelo imunizante, muita gente tem deixado de tomar a segunda dose. Com exceção da Janssen, que confere imunidade em uma dose única, as outras vacinas disponíveis (Coronavac, Astrazeneca e Pfizer) precisam da dose de reforço.

Neste artigo, vamos falar sobre porque devemos tomar a segunda dose da vacina para garantir a proteção contra a Covid-19. Além disso, vamos responder aos principais questionamentos sobre esse assunto. Continue a leitura e confira!

Por que devemos tomar a segunda dose?

Os estudos das vacinas foram feitos com a imunização em duas doses. Em outras palavras, a segunda dose é a garantia de que o imunizante terá a eficácia prometida pelo fabricante. Então, além de aumentar a proteção, a dose de reforço também prolonga esse efeito.

Quando tomamos a primeira dose, nosso sistema imunológico já apresenta uma resposta – mas ela não é suficiente para combater a doença. Então, a eficácia da vacina se torna maior, melhor e mais duradoura a partir do reforço.

Ainda que fora do prazo, é importante ir até o posto de saúde e garantir a imunização completa contra a Covid-19. Mesmo se você estiver atrasado, o importante é não deixar de se vacinar: quanto mais demorar, menos proteção vai ter.

Os intervalos entre as doses das vacinas disponíveis são:

  • Coronavac: entre 14 e 28 dias;
  • Astrazeneca/Oxford: 3 meses;
  • Pfizer: 3 meses.

Questionamentos sobre a vacinação

A seguir, preparamos algumas falas bastante comuns entre as pessoas que decidiram não tomar a segunda dose da vacina – e vamos desmenti-las. Confira!

“Peguei Covid-19 depois da primeira dose, não preciso mais da vacina”

A vacinação é recomendada para pessoas que contraíram a Covid-19 antes da primeira dose ou no intervalo antes da segunda. Não há perda ou ganho de imunidade após a doença.

“Tive muitas reações com a primeira dose, não vou tomar a segunda”

As reações, apesar de serem comuns, podem variar de pessoa para pessoa – e até mesmo entre as doses. Não há como prever a reação de seu corpo, mas normalmente os efeitos colaterais costumam ser mais brandos na segunda etapa da vacinação.

“Estou esperando para tomar de outro fabricante”

Não é indicado tomar imunizantes de marcas diferentes, porque ainda não existem estudos que comprovem a eficácia dessa ação. A garantia de qualidade e proteção é baseada nas pesquisas com a mesma marca e não há como prever os benefícios e consequências.

 

Neste artigo, falamos sobre a importância de se tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 e desmentimos algumas crenças comuns sobre o assunto. A informação é uma das principais formas de se manter protegido – além da vacinação!

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Audiometria: o que é e quando fazer?

Você tem dificuldade para entender as pessoas em ambientes com muito barulho? Sempre tem que pedir para alguém repetir o que foi dito? O volume da televisão tem que ficar cada vez mais alto? Esses são alguns sinais de que sua audição não está tão boa – e que você precisa fazer uma audiometria.

Quando desconfiamos que alguém de nossa família ou nós mesmos não estamos escutando bem, o ideal é procurar ajuda profissional e realizar exames como a audiometria. Neste artigo, vamos falar sobre como a audiometria é feita e para quais casos ela é indicada. Continue a leitura e confira!

O que é e como é feita a audiometria?

A audiometria é um exame realizado por fonoaudiólogos e otorrinos para avaliar a capacidade do paciente de ouvir e reconhecer sons. Através desse exame, é possível identificar alterações auditivas e o profissional recomenda os tratamentos mais adequados, como o uso de aparelhos auditivos, por exemplo.

Existem dois tipos de exame de audiometria: tonal e vocal.

  • Tonal: avalia a capacidade auditiva do paciente em relação a sons emitidos em diversas frequências.
  • Vocal: tem o objetivo de avaliar a capacidade de compreensão da fala e o paciente deve repetir as palavras ditas pelo examinador.

Essas avaliações são relativamente rápidas, durando cerca de 40 minutos em adultos. Embora seja muito eficaz, a audiometria depende, acima de tudo, da colaboração do paciente.

O exame é feito em uma cabine acústica, com janela de vidro, em que o paciente deve colocar um fone de ouvido de alta precisão. É através desse fone que ele irá receber os estímulos sonoros em diferentes decibéis e indicará ao profissional se está ouvindo ou não. Dessa forma, ao ouvir os sons, o paciente deve responder com o gesto previamente combinado, como levantar a mão.

A seguir, tem início a audiometria vocal. Nessa avaliação, o profissional cobre a boca e diz algumas palavras. O paciente, então, deve repetir exatamente como ouviu.

Como dissemos, os resultados obtidos nessas duas etapas permitem identificar se há alguma alteração auditiva, bem como o grau da perda apresentada. As respostas são anotadas e o resultado do exame é expresso em um gráfico, chamado audiograma.

Dependendo do que for observado, o médico pode recomendar o uso de medicamentos, aparelhos auditivos ou até mesmo intervenções cirúrgicas.

Indicações

Mesmo depois de entender o que é audiometria, muita gente ainda acredita que esse exame deve ser realizado apenas por idosos. Mas esse é um grande engano. Crianças em idade escolar que têm dificuldade de concentração ou aprendizado podem ter perdas auditivas detectadas pela audiometria, por exemplo.

Além disso, pacientes com queixas de ouvido tampado, zumbidos e tontura devem realizar a audiometria para investigar os sintomas. Funções como telefonista ou encarregados de maquinários expostos a ruídos altos devem realizar a avaliação nos exames admissionais.

 

Neste artigo, falamos sobre a audiometria, como o exame é feito e para quem é indicado. Trata-se de uma avaliação que permite identificar perdas auditivas e indicar o melhor caminho para oferecer mais qualidade de vida.

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Dia dos pais: como celebrar essa data

O Dia dos Pais está chegando, mas você ainda não tem ideia de como comemorar essa data especial? Em meio à pandemia do novo coronavírus, precisamos nos reinventar e descobrir novas maneiras de nos fazer presentes. É tempo de colocar a criatividade em prática, para não deixar a data passar em branco.

Seja com presentes, experiências ou até mesmo homenagens póstumas, caso seu pai tenha falecido, o importante é celebrar o Dia dos Pais. Por isso, neste artigo, vamos te mostrar algumas ideias para celebrar a data com a família. Continue a leitura e confira nossas dicas!

Celebre o Dia dos Pais com criatividade

Comemorado todo segundo domingo de Agosto, o Dia dos Pais é a oportunidade para você demonstrar seu amor e gratidão àquele que te criou. As restrições da pandemia têm se tornado menos rigorosas, mas ainda assim é preciso ter cuidado.

Então, se você não puder estar presente, por qualquer razão, pode encontrar outras maneiras de tornar a data memorável e cheia de alegria. O importante é se dedicar à missão de demonstrar carinho e respeito por seu pai.

A seguir, confira nossas dicas e escolha a sua homenagem para o Dia dos Pais!

Prepare o café da manhã ou o almoço

Não há nada mais gostoso do que uma comida temperada com amor. Uma bandeja de café na cama, uma mesa bem servida ou uma refeição preparada na hora, qualquer uma dessas opções vai deixar seu pai feliz.

Se você não puder estar presente, que tal pedir um delivery do restaurante preferido dele? Com certeza será uma surpresa muito agradável!

Faça atividades ao ar livre

Se seu pai é daquelas pessoas ativas, que ama uma aventura, que tal montar um roteiro de atividades ao ar livre? Pode ser uma trilha a pé ou de bicicleta, o importante é viver esse momento em família.

Envie um presente para a casa dele

Outra opção, caso você esteja distante, é enviar um presente juntamente com uma mensagem para o Dia dos Pais. Imagine a alegria que seu velho irá sentir ao receber uma encomenda enviada por você e de quebra ainda ler belas palavras de gratidão?

Não precisa ser um presente caro nem um texto muito grande. O importante é resgatar as boas memórias que viveram juntos e reforçar ainda mais os laços afetivos entre vocês.

Mais do que pensar em programações ou presentes para essa data, é preciso demonstrar o seu amor por aquele que te criou. Acima de tudo, esteja disposto a ouvir, a ajudar e a criar novas memórias. O dia é todo dele e ele merece essa atenção – seja presencialmente ou por chamada de vídeo.

 

Neste artigo, trouxemos algumas ideias para você celebrar o Dia dos Pais em grande estilo, retribuindo toda a dedicação que ele teve por você.

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Saúde mental: a importância de respeitar nossos limites

O estilo de vida atual é frenético: trabalhos estressantes, cuidados com a casa e com os filhos, responsabilidades que se acumulam. Com uma rotina tão corrida, o corpo cansa e a cabeça também. Acima de tudo, cuidar da saúde mental é fundamental para conquistarmos mais qualidade de vida.

A produtividade a qualquer custo pode ter um preço muito caro: a nossa saúde mental. Em tempos de pandemia, com tantas incertezas, somadas aos desafios de uma nova realidade, é preciso reconhecer nossos limites e cuidar do bem-estar emocional.

Neste artigo, vamos falar sobre como a saúde mental é um assunto urgente e como você pode cuidar dessa parte tão importante de sua vida. Então, continue a leitura e confira!

Por que falar de saúde mental?

Afinal, o que é saúde mental e por que esse é um aspecto tão importante de nossas vidas? Por muito tempo a definição de saúde contemplava apenas as doenças que afetavam o corpo físico. Mas a Organização Mundial de Saúde aponta que o conceito de saúde vai muito além: é o estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Portanto, cuidar de nossa mente é fundamental para garantir uma vida tranquila e saudável. Entender os nossos limites psicológicos e respeitá-los precisa vir em primeiro lugar. E isso ficou ainda mais evidente com a atitude de Simone Biles, ginasta americana que desistiu de participar das finais das Olimpíadas, em nome de sua saúde mental.

A atleta era favorita para várias medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos, mas decidiu não competir nas provas finais. De acordo com Biles, a pressão pela performance e resultados impecáveis estavam afetando seu desempenho. Ela descobriu seus limites e os respeitou. E isso vale mais do que medalhas de ouro.

Cuidando de seu bem-estar emocional

A postura de Simone Biles pode ser um exemplo para todos nós. A pressão e cobrança por produtividade, prazos e resultados podem nos causar ansiedade e outros transtornos mentais. Não é à toa que a depressão e a ansiedade são tão frequentes na população.

Primeiramente, precisamos desacelerar e descobrir o que nos faz bem. A seguir, confira algumas dicas para cuidar da saúde mental:

  • Pratique atividades físicas: se manter em movimento libera hormônios de bem-estar, além de ajudar a minimizar a ansiedade;
  • Cuide da alimentação: nós somos o que comemos. Além disso, a comida pode nos trazer saúde e bem-estar.
  • Cuide do seu sono: uma boa noite de sono diminui o estresse e nos deixa mais tranquilos.
  • Priorize sua felicidade: quais são seus hobbies? O que você gosta de fazer para passar o tempo e se sentir bem? Descubra o que te faz feliz e coloque em prática.
  • Procure atendimento psicológico: quando se sentir sobrecarregado, não hesite em procurar ajuda. Um profissional saberá te guiar nesse caminho para a saúde mental e emocional.

 

Neste artigo, falamos sobre a importância da saúde mental, em um contexto no qual as cobranças e responsabilidades se acumulam. Priorizar nosso bem-estar emocional é um importante ato de autocuidado.

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Rede elétrica residencial: quais os principais problemas?

Não costumamos lembrar de cuidar da rede elétrica residencial até que ela apresente algum problema grave. Mas a manutenção periódica e um pouco de conhecimento sobre o assunto podem ajudar bastante a evitar transtornos.

Neste artigo, vamos falar sobre os principais problemas que ocorrem em uma rede elétrica residencial e como você pode prevenir acidentes do tipo. Continue a leitura e confira!

Por que cuidar da rede elétrica residencial?

Não é difícil imaginar as razões pelas quais você deve cuidar da parte elétrica de sua casa. A rede elétrica residencial é a responsável pelo fornecimento de energia para as tomadas e interruptores, além de garantir que equipamentos e aparelhos funcionem corretamente.

Os principais riscos de uma rede elétrica defasada são:

  • Choques;
  • Curto-circuitos;
  • Incêndios.

Além disso, não podemos deixar de citar o aumento do valor da conta de luz, que pode chegar a números bem altos se algo estiver acontecendo. Por isso, é importante cuidar de sua rede e evitar ao máximo os problemas elétricos. Confira a seguir as principais ocorrências que você deve ficar atento!

Principais problemas elétricos residenciais

Diversas são as causas para esse tipo de intercorrência. Em geral, a idade da rede elétrica é o principal fator de risco: quanto mais antiga, maior tendência a problemas na fiação. Outra questão pode ser a não atualização da rede elétrica residencial ao instalar novos equipamentos, levando à sobrecarga.

Os principais problemas que podemos citar são:

Queda do disjuntor

O disjuntor é um equipamento projetado para ser desligado toda vez que for superaquecido. Quando instalamos muitos aparelhos na rede, podemos sobrecarregá-la, o que faz com que o disjuntor desarme.

Esse é um mecanismo de segurança que deve ser observado: se isso tem acontecido com frequência, é provável que haja algo de errado com a rede. Então, chame um eletricista o quanto antes para resolver o problema.

É importante ressaltar que não adianta trocar o disjuntor por um com capacidade maior, porque assim você retira a segurança e deixa os fios desprotegidos.

Problemas nos fios

Enquanto os imóveis foram projetados para durar a vida toda, a fiação tem um prazo de validade menor. Então, para evitar problemas elétricos residenciais, o ideal é sempre verificar a estrutura dos fios, para avaliar se estão intactos ou se devem ser trocados. Além disso, é fundamental garantir que a instalação elétrica esteja adequada às normas de segurança exigidas pelo mercado.

Por fim, é sempre bom lembrar de evitar a sobrecarga das tomadas. Portanto, não utilize muitos equipamentos em uma mesma tomada com a ajuda de “benjamins” ou “T’s”.

 

Neste artigo, falamos sobre os principais problemas que afetam uma rede elétrica residencial – e quais os cuidados que você deve tomar. Essa é uma forma de cuidar de sua família e manter a sua casa em segurança.

A Viva Mais Plan conta com benefícios exclusivos para você cuidar da sua saúde e de sua casa. Assim, você pode acionar os serviços de assistência residencial a qualquer momento. Entre em contato conosco para saber mais sobre esse e outros serviços!

Hemorroida: o que é e como tratar?

Apesar de ser muito comum, a hemorroida ainda é um assunto cheio de tabus. Estima-se que cerca de metade da população adulta terá esse incômodo em algum momento da vida. Por isso devemos falar sobre essa doença e sobre como cuidar de nossa saúde.

Caracterizada pela inflamação e inchaço dos vasos sanguíneos da região anal, a hemorroida é uma condição que pode causar desconfortos, dores e sangramentos. Continue a leitura para saber mais sobre esse quadro e quais os tratamentos mais eficazes!

O que é hemorroida?

Como dissemos, hemorroida é uma doença que faz com que as veias ao redor do ânus ou do reto se inflamem, causando dor e sangramento. Existem dois tipos de hemorroidas: as internas e as externas.

No caso das hemorroidas internas, elas estão localizadas logo acima do esfíncter anal e não causam sintomas dolorosos. Então, a pessoa só nota que está com esse problema quando há presença de sangue nas fezes ou no papel higiênico.

Por outro lado, as hemorroidas externas são caracterizadas por pelotas de sangue ao redor do ânus, que causam dor e desconforto.

Outros sintomas incluem:

  • Dor aguda na região anal, que pode piorar ao evacuar ou se sentar;
  • Coceira na região;
  • “Pelota” perceptível no ânus;
  • Pequenos sangramentos.

Causas da hemorroida

Existem várias causas para o surgimento das inflamações da circulação sanguínea nesses vasos. De modo geral, essas alterações podem ocorrer devido a problemas intestinais como a constipação ou diarreia, bem como gravidez e/ou parto.

Além disso, o estilo de vida da pessoa também pode causar o surgimento desse desconforto: sedentarismo, dieta pobre em fibras, obesidade e segurar as fezes por muito tempo.

Diagnóstico e tratamentos

Após entender o que é hemorroida, você deve estar se perguntando como é feito o diagnóstico e os tratamentos disponíveis. Sobretudo no caso das inflamações externas, o próprio paciente pode identificar a sua presença. Porém, em muitos casos, pode ser necessário contar com a orientação de um proctologista, médico especialista em órgãos como intestino, reto e ânus.

Durante a consulta, o médico irá avaliar o quadro clínico, fazer exames e indicar o melhor tratamento. Nos estágios iniciais, apenas o aumento do consumo de fibras e água pode ser o suficiente. Nesse sentido, também pode ser necessário aplicar pomadas e tomar anti-inflamatórios para aliviar as dores. Em quadros mais avançados, indica-se a realização de cirurgia.

Lembre-se: a melhor pessoa para indicar os tratamentos para hemorroida mais adequados é o seu médico. Por isso, logo que sentir desconfortos na região, não deixe de procurar o especialista.

 

Neste artigo, falamos sobre o que é a hemorroida, suas causas e tratamentos. Essa é uma condição bastante comum, mas que devemos cuidar para que não se agrave.

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Perda gestacional: como ajudar a superar esse luto

Lidar com o luto não é fácil em nenhuma circunstância, mas enfrentar uma perda gestacional pode parecer ainda mais desafiador. Para as famílias e, principalmente, para as mulheres, o luto por um bebê que faleceu antes de nascer é extremamente doloroso.

Não há como classificar ou estabelecer uma hierarquia para o luto, mas infelizmente a sociedade ainda subestima a dor de uma perda gestacional. O mundo não conheceu aquela criança, mas os pais certamente esperavam por ela. Então, lidar com a morte nesse momento é ainda mais delicado.

Neste artigo, vamos falar sobre como a perda gestacional é uma situação delicada e o que fazer para ajudar alguém que está atravessando essa fase. Continue a leitura e confira!

Os tabus de uma perda gestacional

A morte é um assunto repleto de tabus. Falecer em casa é uma situação cada vez mais rara: o cenário de morte ficou reservado para os hospitais e outras instituições de saúde. Além disso, os rituais de despedida como os funerais têm se tornado mais breves, o que abrevia ainda mais o processo de luto.

Por tudo isso, não é difícil entender porque o luto gestacional é minimizado e deixado de lado. É desafiador falar sobre a morte no momento em que supostamente deveríamos falar sobre vida e nascimento. Por isso, muita gente acaba silenciando suas dores e deixando de oferecer apoio para as mães e pais que perderam seus filhos.

A perda de um bebê, seja precoce ou tardia, pode ser um evento bastante traumático para os pais – especialmente para a mãe. Por isso, é fundamental exercitar a empatia e oferecer todo o suporte necessário em um momento tão delicado.

Como ajudar alguém a superar o luto gestacional

Assim como em qualquer outra situação de perda, a melhor forma de ajudar uma mulher que está enfrentando o luto materno é oferecer acolhimento emocional. Sentimentos de culpa ou fracasso podem surgir, mas é importante ajudar essas famílias a entenderem que foi feito tudo o que estava a seu alcance.

O primeiro passo, portanto, é não subestimar essa dor. Além disso, é essencial falar com essas mães e pais como você conversaria com uma família que perdeu o filho depois do nascimento. Outras dicas para ajudar nesse momento de luto são:

  • Perto desses pais enlutados, não aja como se nada tivesse acontecido;
  • Não diga que eles “ainda terão outros filhos”;
  • Se o bebê já tinha um nome, se refira a ele por esse nome ao expressar seus sentimentos;
  • Pergunte se pode ajudar de alguma forma;
  • Compareça ao funeral e sepultamento, no caso de perdas tardias;
  • Evite tentar achar um culpado, especialmente a equipe médica ou hospital;
  • Não diga que os pais devem superar o luto rapidamente;
  • Permita que o casal vivencie o luto em seu próprio tempo.

 

Neste artigo, falamos sobre os desafios de uma perda gestacional e como essa dor deve ser respeitada. Como em qualquer outro luto, a empatia e o acolhimento são a melhor forma de ajudar quem está enfrentando essa fase.

A Viva Mais Plan acredita que todos nós devemos vivenciar um luto digno, com todo o apoio e suporte de quem amamos. Por isso, nossos planos de assistência cuidam dos detalhes burocráticos para que você possa lidar com as perdas sem se preocupar com essas questões. Entre em contato conosco para saber mais!

 

Alimentação no inverno: dicas e cuidados

Basta a temperatura cair para entrarmos em “modo preguiça”. Então falta disposição para levantar da cama e fazer exercícios físicos, ao mesmo tempo em que nosso corpo pede por refeições mais calóricas. Por isso, é preciso ficar atento à qualidade da nossa alimentação no inverno, para garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários.

Neste artigo, vamos falar sobre como os cuidados com a alimentação no inverno envolvem, basicamente, o planejamento e a preferência por ingredientes naturais. Continue a leitura e confira nossas dicas para se manter saudável na época mais fria do ano!

Por que sentimos mais fome no inverno?

Nos dias mais frios, nosso corpo precisa de mais energia para manter a temperatura corporal estável. Então, para equilibrar essa equação, precisamos consumir mais alimentos. É por isso que a alimentação no inverno é, geralmente, mais calórica.

É justamente por isso que devemos redobrar a atenção com o que comemos. Isso porque estamos mais propensos a cometer exageros nas refeições, além de ficarmos naturalmente com a imunidade mais baixa. Mais do que nunca, é preciso garantir que estamos consumindo todos os nutrientes necessários para a nossa saúde.

Dicas de alimentação no inverno

Manter a alimentação saudável no inverno é mais simples do que parece. Como dissemos no início, a palavra-chave para conseguir equilíbrio nesse momento é o planejamento. O ideal é deixar o maior número de refeições preparadas, para que você possa só descongelar e esquentar na hora de comer.

A seguir, confira algumas dicas para te ajudar com a alimentação durante os dias mais frios do ano!

Aposte em sopas e caldos

Entre os principais alimentos consumidos no inverno, estão as sopas e os caldos. Eles podem servir como entrada ou prato principal, dependendo dos ingredientes utilizados. Além disso, prefira os produtos integrais, que possuem mais fibras e aumentam a sensação de saciedade. Combine legumes e vegetais para deixar a refeição ainda mais nutritiva.

Mantenha o consumo de frutas

As frutas da estação são uma excelente opção para os lanches da manhã e da tarde.

  • Morango;
  • Laranja
  • Maçã;
  • Pera;
  • Uva;
  • Frutas cristalizadas.

Todas essas opções fazem bem para o organismo em qualquer hora do dia e podem ser consumidas em temperatura ambiente.

Beba muito líquido – especialmente água

Com as temperaturas mais baixas, acabamos não ingerindo tanta água quanto precisamos. Mas é preciso nos manter sempre hidratados, bebendo pelo menos dois litros de água por dia. Então, carregue sempre uma garrafinha, assim você não esquece da hidratação.

Uma dica que pode ajudar é consumir bebidas quentes, como cafés e chás. Porém, é preciso tomar cuidado com o consumo de açúcar refinado. O ideal é não adoçar as bebidas, mas você pode dar preferência para o açúcar de coco ou mascavo, que são opções mais saudáveis.

 

Neste artigo, trouxemos algumas dicas de alimentação no inverno, período em que a tendência é buscarmos refeições mais calóricas.

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Automedicação: quais são os perigos dessa prática?

Certamente, você já tomou algum medicamento por conta própria ou pediu a opinião de um amigo sobre o melhor remédio para dor de cabeça. A automedicação é uma prática muito comum, especialmente com tanta oferta em drogarias e farmácias, mas que pode trazer consequências graves para a saúde.

Neste artigo, falaremos sobre os riscos da automedicação e porque você deve sempre contar com a orientação de um médico para tomar seus remédios. Continue a leitura e confira!

O que é considerado automedicação?

A automedicação é o ato de tomar remédios por conta própria, sem orientação médica. Os anti-inflamatórios e os analgésicos são os medicamentos mais utilizados para o alívio rápido dos sintomas de dor e febre. Além disso, utilizar remédios que foram prescritos para um tratamento pontual de forma contínua também é caracterizado como automedicação.

Com o grande número de informações médicas disponíveis na internet, muitas pessoas acabam fazendo diagnósticos por conta própria – e tomando remédios também. Porém, o uso indiscriminado de medicamentos é uma das principais causas de intoxicação no Brasil e é hoje um problema de saúde pública.

Quais os riscos da automedicação?

Todo medicamento possui efeitos colaterais, por isso, se for ingerido de forma incorreta, pode causar mais malefícios do que benefícios para o nosso organismo. A seguir, confira os principais riscos da automedicação:

  • Intoxicação: tomar a dose incorreta dos medicamentos pode prejudicar a sua eficácia ou até mesmo levar a uma intoxicação por overdose.
  • Interação medicamentosa: se você toma remédios de forma contínua, o medicamento que ingerir por conta própria pode reagir ao entrar em contato. Isso pode potencializar ou anular o efeito dos remédios.
  • Comprometimento do diagnóstico: ao utilizar remédios para alívio imediato da dor ou mal-estar, você pode esconder a real causa dos sintomas. Dessa forma, a doença não será tratada corretamente e pode até mesmo se agravar.
  • Reações alérgicas: se você tem alergia a algum componente da fórmula, tomar medicamentos por conta própria pode acarretar uma crise.
  • Dependência: algumas substâncias, ao serem utilizadas por um tempo maior do que o recomendado, podem causar vício e dependência.
  • Resistência ao medicamento: o uso indiscriminado de um medicamento pode aumentar a resistência dos microorganismos causadores da doença. No caso dos antibióticos, por exemplo, isso pode atrapalhar a eficácia de tratamentos posteriores.

O uso incorreto de medicamentos no inverno

Com a chegada dos dias de inverno, a umidade do ar fica mais baixa e as temperaturas ficam mais baixas. Essa combinação de fatores, além de baixar a imunidade, também contribui para a proliferação de vírus e bactérias. Então, muita gente ignora os perigos da automedicação e utiliza medicamentos como antitérmicos, analgésicos, anti-inflamatórios e descongestionantes nasais – tudo isso sem prescrição médica.

Porém, o melhor a se fazer nesse momento é marcar uma consulta médica, para obter o diagnóstico correto e evitar problemas mais graves.

 

Neste artigo, falamos sobre a automedicação e como ela apresenta riscos para a nossa saúde. Tomar remédios por conta própria pode fazer mais mal do que bem para o organismo, por isso é fundamental sempre buscar orientação médica.

A Viva Mais Plan acredita que devemos cuidar de nossa saúde todos os dias – seja por meio de hábitos saudáveis, seja por meio de exames e consultas regulares. Por isso, contamos com benefícios exclusivos para você economizar e ainda se manter saudável. Entre em contato conosco para saber mais!