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Planejamento Funeral Familiar: a morte de uma criança

Lidar com a morte de uma crian√ßa √© uma das situa√ß√Ķes mais dif√≠ceis que algu√©m pode enfrentar. √Č normal sentir uma grande dor e tristeza, al√©m de outros sentimentos como raiva, culpa, desesperan√ßa e ansiedade.

Aqui est√£o algumas sugest√Ķes que podem ajudar a lidar com a morte de uma crian√ßa:

  1. Permita-se sentir suas emo√ß√Ķes: √Č importante lembrar que n√£o h√° maneira certa ou errada de lidar com a perda de uma crian√ßa. Permita-se sentir suas emo√ß√Ķes e d√™ tempo para voc√™ mesmo processar o que aconteceu.
  2. Procure apoio: Procure o apoio de amigos, familiares, grupos de apoio ou um profissional de sa√ļde mental. Compartilhar seus sentimentos com outras pessoas pode ajud√°-lo a se sentir menos sozinho e pode ser uma fonte de conforto.
  3. Busque conforto em suas crenças: Se você tem alguma crença religiosa ou espiritual, procure conforto e suporte em sua fé.
  4. Cuide de si mesmo: √Č importante cuidar de si mesmo durante esse per√≠odo dif√≠cil. Certifique-se de comer bem, dormir o suficiente, fazer exerc√≠cios e descansar quando precisar.
  5. Encontre maneiras de homenagear a criança: Encontre maneiras de homenagear a criança, como plantar uma árvore, criar uma caixa de memórias ou participar de eventos de caridade em seu nome.
  6. Não tenha medo de pedir ajuda: Se você sentir que está lutando para lidar com sua perda, não tenha medo de pedir ajuda profissional. Um terapeuta pode ajudá-lo a trabalhar através de seus sentimentos e fornecer suporte e orientação.

Lembre-se de que a perda de uma crian√ßa √© uma das situa√ß√Ķes mais dif√≠ceis que algu√©m pode enfrentar, e pode levar tempo para encontrar uma maneira de lidar com essa dor. N√£o se apresse em superar sua perda e permita-se o tempo que precisa para se curar.

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Doação de órgãos: o que é e como fazer

A maioria da popula√ß√£o tem d√ļvidas sobre a doa√ß√£o de √≥rg√£os

Apesar das diversas campanhas de sa√ļde, muitas pessoas n√£o sabem o que √© ou como fazer para doar os √≥rg√£os ap√≥s a morte.

Al√©m disso, nem todo mundo compreende a import√Ęncia da doa√ß√£o de √≥rg√£os para salvar vidas.

Neste artigo, vamos explicar quais órgãos podem ser doados e o que pode, eventualmente, impedir a doação. Continue a leitura.

O que é a doação de órgãos

A doa√ß√£o de √≥rg√£os √© reconhecidamente um ato de amor. 

Através dessa atitude podem ser retirados órgãos ou tecidos de uma pessoa viva ou falecida (doadores) para serem utilizados no tratamento de outras pessoas (receptores).

Desta maneira, as fun√ß√Ķes de um √≥rg√£o ou tecido doente s√£o reestabelecidas e o receptor ganha qualidade de vida.

Atualmente, mais de 50 mil pessoas esperam por um √≥rg√£o ou tecido na fila de transplantes. De acordo com o Minist√©rio da Sa√ļde, as cirurgias de c√≥rnea e rim re√ļnem o maior n√ļmero de pacientes na espera.

Como fazer a doação de órgãos

A morte √© previs√≠vel, mas nunca √© esperada. Por esta raz√£o √© muito importante que quem deseja realizar a doa√ß√£o de seus √≥rg√£os ap√≥s a morte, manifeste essa vontade para sua fam√≠lia. 

Isso porque, no Brasil, a doação de órgãos só pode ser autorizada com o consentimento dos familiares da pessoa falecida.

Naturalmente, a morte de um ente querido √© inevitavelmente uma situa√ß√£o delicada para toda a fam√≠lia. 

Porém, justamente em um momento de perda, o sofrimento pode ser transformado em um ato de esperança.

 Autoriza√ß√£o familiar

O primeiro passo após o diagnóstico de morte encefálica é consultar a família e orientá-la sobre o processo de doação de órgãos e tecidos.

Como n√£o √© necess√°rio que o doador tenha registrado o desejo em cart√≥rio  ou atrav√©s de documentos, a melhor maneira de garantir efetivamente que a sua vontade seja respeitada √© compartilhar esta informa√ß√£o com a fam√≠lia.

Entrevista familiar

Ap√≥s o diagn√≥stico de morte encef√°lica e as primeiras orienta√ß√Ķes sobre a doa√ß√£o de √≥rg√£os, a fam√≠lia √© entrevistada por uma equipe de profissionais de sa√ļde.

Durante a conversa, os profissionais explicam mais detalhes sobre o processo de doa√ß√£o e transplantes. 

Neste momento solicitam o consentimento para a doa√ß√£o. 

Ap√≥s a manifesta√ß√£o do desejo da fam√≠lia em doar os √≥rg√£os do parente, a equipe de sa√ļde realiza outra parte da entrevista, que contempla a investiga√ß√£o do hist√≥rico cl√≠nico do poss√≠vel doador. 

O objetivo √© investigar se o doador teve h√°bitos ao longo da vida que poderiam levar ao desenvolvimento de poss√≠veis doen√ßas ou infec√ß√Ķes. 

Com base nessas informa√ß√Ķes √© poss√≠vel prever se algum desses problemas poder√° ser transmitido ao receptor.

Quais órgãos podem ser doados após a morte

Antes de tudo, existem duas situa√ß√Ķes de morte: uma √© a morte encef√°lica, quando o c√©rebro e o tronco encef√°lico param definitivamente de funcionar. O segundo tipo de morte √© por cora√ß√£o parado. 

Na morte encef√°lica, os √≥rg√£os que podem ser doados s√£o: o cora√ß√£o, os dois pulm√Ķes, o f√≠gado, os dois rins, o p√Ęncreas e o intestino. Os tecidos como c√≥rneas, ossos, pele e v√°lvulas card√≠acas tamb√©m podem ser doados nesta situa√ß√£o. 

J√° na morte por cora√ß√£o parado, somente os tecidos (c√≥rneas, ossos, pele e v√°lvulas card√≠acas) podem ser doados. 

Como funciona a lista de receptores de órgãos

A partir de uma lista nacional, os receptores s√£o separados por √≥rg√£os, tipos sangu√≠neos e outras especifica√ß√Ķes t√©cnicas. 

Com base em uma ordem cronol√≥gica de inscri√ß√£o, os receptores s√£o selecionados de acordo com a gravidade ou compatibilidade sangu√≠nea e gen√©tica com o doador. 

Por quest√Ķes √©ticas, n√£o √© poss√≠vel que a fam√≠lia do doador saiba para quem foi o √≥rg√£o.

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Luto infantil: como ajudar as crianças com a morte?

Quando acontece um falecimento na fam√≠lia √© muito importante saber como ajudar as crian√ßas a lidar com a morte. 

Nossa cultura costuma proteger a crian√ßa de temas como a morte. 

Entretanto, quando deixamos de conversar com a crian√ßa sobre este assunto e ocorre uma morte na fam√≠lia, temos menos recursos para ajud√°-la a lidar com a perda. 

Neste artigo, vamos explicar como as crianças encaram a morte conforme a sua faixa etária. Continue a leitura.

Comunique a morte de acordo com a idade da criança

As crianças compreendem o conceito de morte ao longo do seu desenvolvimento. De acordo com a sua idade, a criança tem uma maneira de compreender o mundo ao seu redor.

Principalmente, se elas forem muito pequenas e esta for a primeira experiência delas com a perda de uma pessoa próxima, os adultos precisam adaptar o discurso para o modo que elas enxergam a vida no momento.

Em outras palavras, do ponto de vista cognitivo, é importante ser capaz de explicar para a criança o que é a morte levando em consideração a faixa etária dela.

 De 0 a 2 anos

Até os 2 anos de idade, a criança não tem um conceito mínimo sobre a morte.

Basicamente, nessa faixa et√°ria, a crian√ßa tem apenas a percep√ß√£o de aus√™ncia ou presen√ßa. 

Por isso, é natural que a criança manifeste o pensamento de que a morte é uma ausência temporária e que, em breve, a pessoa que partiu irá retornar.

Entre os 3 e os 5 anos

Nessa fase da vida, √© muito comum que a crian√ßa tenha in√ļmeras fantasias. 

Al√©m disso, elas tendem a misturar a fantasia com a realidade, por isso √© normal elas criarem teorias pr√≥prias para tentar fazer quem partiu voltar. 

Observe, atentamente, a reação da criança, pois a partir dessa idade elas já conseguem perceber que os adultos estão sofrendo.

Dos 5 aos 7 anos

A partir dos 5 anos de idade, a crian√ßa j√° entende que alguns √≥rg√£os do corpo humano, como o cora√ß√£o, podem parar. 

Dessa maneira, elas t√™m mais clareza sobre conceitos como o ‚Äúpara sempre‚ÄĚ e o ‚Äúnunca mais‚ÄĚ.

Entre os 7 e os 9 anos

Ap√≥s completar os 7 anos de idade, a crian√ßa come√ßa a ter uma melhor compreens√£o dos fatos ao seu redor. 

Ao passo que ela amadurece, a criança começa a entender, enfim, que a pessoa que faleceu provavelmente não voltará mais.

A partir dos 10 anos de idade, a criança já entende melhor os conceitos abstratos e passa a ter uma compreensão bastante semelhante das dos adultos.

Conclus√£o

Se n√£o for bem tratada, a perda de um ente querido na inf√Ęncia, especialmente no seio familiar como pai, m√£e, irm√£os ou av√≥s, √© uma trag√©dia dolorosa que pode comprometer de forma permanente o equil√≠brio psicol√≥gico da crian√ßa.

Geralmente, quando ocorre um falecimento na fam√≠lia, todos os adultos est√£o mobilizados na din√Ęmica do funeral e acabam deixando de incluir as crian√ßas nesse contexto. 

Nesse cen√°rio extremamente confuso, elas obt√™m informa√ß√Ķes fragmentadas sobre o que est√° acontecendo, gerando mais fantasias, ansiedade e medo entorno do assunto. 

Procure utilizar uma linguagem conforme a idade da crian√ßa e tente, at√© mesmo com base nas convic√ß√Ķes religiosas da fam√≠lia, se for o caso, explicar que a pessoa n√£o retornar√°. 

Caso seja necess√°rio, busque aux√≠lio psicol√≥gico para evitar que a crian√ßa sofra preju√≠zos em sua sa√ļde mental e ajud√°-la a ser confortada quando sofrer uma perda na fam√≠lia.

A Viva Mais Plan oferece o serviço de planejamento funeral familiar que cuida de todo o processo do funeral desde a liberação do corpo até o sepultamento.

Além disso, nossos associados desfrutam de benefícios e vantagens especiais em vida, entre eles o cartão de descontos em consultas com psicólogos.

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Morrer de tristeza: quando um sentimento pode ser fatal

Morrer de tristeza vai muito além de uma expressão popular para demonstrar um sentimento de desgosto com a própria vida.

Se você tiver sofrido a perda de um ente querido, por exemplo, a sensação de tristeza profunda, natural quando ocorre uma morte na família, em associação com outros males, pode favorecer o surgimento de doenças graves como o infarto ou insuficiência cardíaca.

Em outras palavras, os efeitos do luto podem provocar, al√©m de danos psicol√≥gicos, muitas doen√ßas f√≠sicas. 

Nesse artigo, vamos confirmar se é possível morrer de tristeza e o que fazer para enfrentar um luto complicado. Continue a leitura.

Por que podemos morrer de tristeza

Voc√™ j√° observou que alguns idosos morrem em um curto espa√ßo de tempo logo ap√≥s o falecimento de seus c√īnjuges?¬†

Quando a tristeza pela morte de uma pessoa próxima é extrema, significa que o enlutado está passando pelo chamado luto complicado.

Nele, a pessoa perde totalmente o √Ęnimo para realizar tarefas simples como se alimentar, fatalmente prejudicando o sistema imunol√≥gico. Por fim, a pessoa √© consumida pela dor.

Pesquisadores da Universidade Rice, em Houston, Texas, estudaram os efeitos do luto na sa√ļde. Foram realizadas entrevistas e exames de sangue em 99 pessoas de ambos os sexos cujos c√īnjuges haviam morrido recentemente. 

Para chegar √† conclus√£o do impacto do luto na sa√ļde do cora√ß√£o, os pesquisadores compararam o sangue de pessoas que passavam pelo luto com os de pessoas que apresentam sintomas de depress√£o.

No comparativo, os vi√ļvos e vi√ļvas que participaram do estudo apresentaram 17% mais inflama√ß√£o sangu√≠nea.

O coração sente a nossa tristeza

O cora√ß√£o sente, mais do que qualquer outro √≥rg√£o humano, as emo√ß√Ķes. Portanto, aquelas sensa√ß√Ķes consideradas negativas como, por exemplo, o estresse, a tristeza, a ang√ļstia, acentuadas durante o luto podem afetar em cheio o cora√ß√£o.

Em √ļltimo caso, todo o ac√ļmulo de sentimentos dolorosos pode levar a uma s√≠ndrome rara chamada S√≠ndrome do Cora√ß√£o Partido – ou cardiomiopatia de Takotsubo.  

Entre os efeitos dos desequil√≠brios emocionais e f√≠sicos do corpo que podem resultar em uma disfun√ß√£o no funcionamento do m√ļsculo card√≠aco, est√£o sintomas pr√≥ximos ao do infarto, como dor no peito, falta de ar e cansa√ßo.

Como superar a tristeza do luto

A perda da pessoa amada é considerada uma das experiências mais difíceis de serem superadas, tanto por indivíduos quanto pelas famílias.

A dor gerada pelo rompimento do v√≠nculo afetivo produz inevitavelmente a necessidade de reorganiza√ß√£o em uma nova realidade a ser experimentada sem a pessoa que morreu.  

Nesse sentido, alguns comportamentos podem contribuir para lidar com o luto:

1. Observe suas emo√ß√Ķes

Logo em seguida à morte de uma pessoa amada é natural que sentimentos como medo, tristeza, culpa, raiva e insegurança sejam potencializados. À medida que os dias passam, o desejo de ficar só e a sensação de falta de energia ou de motivação, por exemplo, podem tomar conta do indivíduo enlutado.

Por isso √© extremamente importante que, durante o per√≠odo de luto, suas emo√ß√Ķes sejam observadas e devidamente correspondidas.

Procure acolher seus sentimentos, sem evit√°-los ou suprimi-los.

Nesse sentido, evite exigir de outros familiares e amigos que as mesmas emo√ß√Ķes sejam expressas de igual maneira, pois cada um de n√≥s demonstra seus sentimentos de forma diferente. 

N√£o se esque√ßa de que o luto necessita de um per√≠odo para ser vivido, mas que, com o passar do tempo, a dor da perda poder√° se transformar em saudade. 

2. Crie uma nova rotina

Uma das maneiras para superar o luto √© estabelecer uma nova rotina para o seu dia-a-dia. 

Manter suas principais atividades mais organizadas entre a hora de trabalhar e estudar, al√©m de pausas para o descanso e o relaxamento, pode contribuir para que voc√™ se restabele√ßa. 

Uma boa iniciativa é diversificar as atividades. Dessa maneira você poderá encontrar outros interesses e desenvolver outras habilidades que tragam satisfação e prazer novamente para sua vida.

 3. Intensifique o autocuidado

N√£o basta pedir ajuda aos outros. Durante o processo de luto, √© muito importante intensificar o autocuidado, ou seja,  buscar ajudar a si mesmo.

Procure o seu bem-estar realizando novas atividades que normalmente n√£o fazem parte da sua rotina como ler um livro, fazer caminhada, frequentar um curso livre de pintura, entre outras.

Acima de tudo, se você está passando por um processo de luto complicado procure ajuda. Não permita que o sofrimento intenso e prolongado impeça você de manter suas atividades.

Procure aux√≠lio psicol√≥gico imediatamente, caso perceba que a perda de seu ente amado est√° agravando problemas  na sua sa√ļde e em sua vida pessoal.

A Viva Mais Plan oferece a todos os membros dos planos do Planejamento Funeral Familiar o cart√£o de descontos em consultas m√©dicas e psicol√≥gicas particulares. 

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Saiba os principais cuidados com o corpo após a morte

Saber o que fazer quando um ente querido falece e conhecer os principais cuidados com o corpo ap√≥s a morte √© fundamental. Afinal de contas, existem v√°rias quest√Ķes burocr√°ticas que precisam ser tratadas dentro de um curto espa√ßo de tempo.

Por√©m, al√©m das quest√Ķes sentimentais, existem os aspectos t√©cnicos para os quais precisamos estar atentos para garantir uma despedida digna para quem amamos.

Talvez, uma das maiores preocupa√ß√Ķes que a pessoa respons√°vel pelo funeral tem, √© saber para onde o corpo deve ir e como prepar√°-lo para a cerim√īnia de despedida.

Apesar desse assunto n√£o ser muito comum entre os leigos, existem t√©cnicas cujo objetivo principal √© permitir que os  familiares velem o corpo sem oferecer risco de contamina√ß√£o dos familiares e amigos durante o vel√≥rio.

Nesse artigo, você vai entender melhor esse processo. Continue a leitura.

Quais cuidados se deve ter com o corpo após a morte

Antes de mais, os cuidados que ser√£o tomados dependem do lugar onde ocorre a morte.

Caso o falecimento aconteça no ambiente hospitalar, imediatamente após a constatação do óbito pelo médico, uma série de cuidados serão adotados pela equipe de enfermagem antes de ser transferido para a funerária.

J√° na funer√°ria, o profissional respons√°vel pela prepara√ß√£o dos corpos √© o  tanatopractor

Este profissional utilizará uma série de técnicas para manter o falecido com a melhor aparência possível, permitindo que os seus parentes o velem com tranquilidade.

Algumas das etapas seguidas nesse processo s√£o:

Desinfecção

Independentemente da causa da morte, o corpo precisa passar por um processo de desinfecção.

Nesse sentido, todo o corpo recebe a aplicação de um poderoso desinfetante. Como o cadáver naturalmente fica enrijecido, o próximo passo é realizar uma massagem especial na musculatura para que elas se soltem.

Logo em seguida, todo o corpo é depilado, preservando-se apenas os cílios, sobrancelhas e escalpo. No caso dos homens, se o falecido ao longo da vida costumava ter barba ou bigode, é possível mantê-los para o velório.

Reconstrução facial

Cerca de uma hora após o falecimento, o cadáver entra em um processo natural de decomposição.

Conhecida como aut√≥lise, a primeira fase da decomposi√ß√£o consiste na interrup√ß√£o da circula√ß√£o sangu√≠nea. Como consequ√™ncia, o corpo esfria e a pele fica p√°lida. 

O rosto √© rapidamente um dos mais afetados. O tecido mais macio da face costuma afundar, principalmente na regi√£o da cavidade ocular. 

Nessa parte do corpo, o agente funerário posiciona um cone semiesférico em cada pálpebra e aplica um creme para manter a pele hidratada.

Já na área da boca, cujos lábios normalmente se contraem, é colocada uma peça para dar um formato natural às bochechas. Além disso, nos lábios é aplicado um gel adesivo para manter a boca fechada. 

Artérias e cavidades

Para evitar odores desagrad√°veis e o vazamento de l√≠quidos ou gases que podem comprometer a sa√ļde das pessoas presentes ao vel√≥rio, o agente funer√°rio injeta em uma das art√©rias do corpo uma solu√ß√£o de formalde√≠do.

Esse líquido serve para criar uma pressão interna que permite drenar o sangue da veia jugular ou do coração.

Outro processo extremamente necess√°rio √© a remo√ß√£o dos √≥rg√£os internos. Na regi√£o do abd√īmen √© feita uma abertura que permite que cada √≥rg√£o seja drenado e retirado do corpo.

Depois, eles ficam mergulhados em uma solução especial, enquanto o agente funerário preenche as paredes internas da cavidade com pó ou gel específico.

Em seguida, os órgãos são colocados dentro de um saco plástico grosso e fechado hermeticamente para serem incluídos de volta no interior do corpo.

Maquiagem

Logo após todo o processo de preparação do cadáver, com o corpo devidamente higienizado e vestido, o falecido está pronto para receber a arte na pele.

O necromaquiador cobre qualquer ferida ou outros problemas visíveis que o falecido possa ter na pele.

Al√©m disso, a t√©cnica tamb√©m oferece uma colora√ß√£o mais pr√≥xima ao natural, respeitando a cor do indiv√≠duo em vida. 

Geralmente, o profissional precisa de, no mínimo, 1 hora para realizar o procedimento de maquiagem do falecido. Entretanto, este processo tende a demorar mais de 4 horas se o velório precisar ter uma duração muito extensa.

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O que dizer a quem est√° de luto

Saber o que dizer a quem est√° de luto para trazer algum conforto pode n√£o ser t√£o simples. 

Isso porque é necessário que você se prepare para usar as palavras certas ao conversar com ela.

O que fazer? O que falar com esta pessoa que est√° sofrendo?

Acima de tudo, se voc√™ quer demonstrar solidariedade e apoio, mas se sente constrangido ao conversar com algu√©m que est√° de luto, confira as nossas orienta√ß√Ķes a seguir.

O que é luto

Antes de mais nada, você precisa saber que o luto não é uma doença. Na verdade, o luto é um ritual pelo qual qualquer pessoa que perde alguém precisa passar.

Porém, apesar de sabermos que o luto é um remédio amargo para a dor da morte, muitas pessoas desconhecem o que fazer para apoiar quem está enlutado.

Em alguns casos, seja por timidez ou por não saber o que dizer, muita gente acaba evitando ao máximo encontrar com alguém que está passando pelo processo de luto.

O que n√£o fazer

N√£o deixe de expressar seus sentimentos

Em primeiro lugar, não deixe de manifestar o seu sentimento pela perda que o outro sofreu. Não deixe que o seu constrangimento ou insegurança impeça você de oferecer suporte para quem precisa.

Nesse sentido, procure se mostrar dispon√≠vel para ouvir o que a pessoa tem a dizer. 

Se por um acaso a pessoa preferir não dizer nada, apenas se faça presente de alguma maneira, seja fisicamente ou até mesmo através de um telefonema ou mensagem de texto.

Dessa maneira, você estará demonstrando apoio a ela nesse momento de dor e tristeza.

O luto não é sobre você

Pior do que não saber o que dizer a uma pessoa enlutada é, nessa hora tão difícil, falar sobre si mesmo.

√Č importante lembrar que o luto √© sobre o outro.

Por isso, usar express√Ķes como ‚Äúeu n√£o sei o que eu faria no seu lugar‚ÄĚ ou ‚Äúeu passei por algo assim‚ÄĚ e ‚Äúse eu superei voc√™ tamb√©m consegue‚ÄĚ est√£o entre as piores coisas que algu√©m pode falar para quem perdeu um ente querido.

Do mesmo modo, evite tentar fazer a pessoa enxergar um ‚Äúlado bom‚ÄĚ na partida do seu ente querido. Em hip√≥tese alguma, existe um lado bom para ser visto por quem est√° chorando pela morte de algu√©m.

Portanto, tenha muito cuidado para que a falta do que dizer n√£o leve voc√™ a ser indelicado com quem est√° sofrendo. 

N√£o tente apontar caminhos

Uma pessoa enlutada não precisa escutar ninguém apontando alternativas para o seu futuro.

Se a pessoa está de luto pela perda mãe, ela não terá a menor condição de pensar, naquele instante, sobre o futuro sem a presença da figura materna.

Portanto, tentar mostrar um caminho A ou B, sem a pessoa que partiu ao seu lado, só aumentará a dor de quem está experimentando o luto.

Isso porque tudo o que a pessoa que está de luto quer é um amparo para aquela situação que ela está enfrentando.

O que fazer

√Äs vezes, se n√£o souber o que falar, apenas n√£o fale. 

Aproxime-se apenas para oferecer um abra√ßo como forma de demonstrar apoio. 

Caso voc√™s n√£o tenham intimidade, simplesmente estenda a m√£o e diga que sente muito pela perda dela. 

Estas simples atitudes dar√£o uma sensa√ß√£o de al√≠vio para a pessoa que est√° sofrendo pela perda. 

Seja como for, ela sentirá que aquela tristeza não é apenas dela e, sim, compartilhada por você e por todas as outras pessoas que a cercam.

A Viva Mais Plan é especializada em oferecer o serviço de planejamento funeral familiar.

Milhares de famílias em todo o Brasil contam com o acolhimento profissional da nossa equipe.

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Luto: por que o ritual de despedida após a morte é tão importante

Enfrentar a dor da partida de um ente querido se torna ainda mais difícil quando não há um ritual de despedida após a morte. 

Vivenciar o luto √© de extrema import√Ęncia para que a pessoa enlutada consiga elaborar a perda.

Quando pessoa é impedida de participar do enterro de seu ente querido, ela perde a chance de encontrar o conforto oferecido por amigos e familiares.

Em outras palavras, os rituais de despedida servem para permitir que todos os enlutados demonstrem publicamente seu sofrimento. Continue a leitura.

Para quê servem os rituais de luto

Antes de tudo, é importante esclarecer que o luto não é uma doença. Porém, ele pode se tornar patológico a depender da história de cada pessoa e do contexto em que acontece.

Desse modo, o luto pode culminar em doenças psíquicas como ansiedade e depressão.

Al√©m disso, o luto √© capaz de levar a patologias cl√≠nicas como, por exemplo, taquicardia, altera√ß√Ķes de humor e dificuldades de concentra√ß√£o.

Nesse sentido, os rituais de luto colaboram para que a pessoa enlutada assimile as perdas e os traumas que surgem após a morte de uma pessoa querida.

Os rituais de luto s√£o diferentes de acordo com cada religi√£o. 

No Brasil, um pa√≠s com tantas cren√ßas diversas, cada religi√£o dita rituais diferentes para o processo do vel√≥rio. 

Conhe√ßa os ritos das principais religi√Ķes praticadas pelos brasileiros:

 Velório Católico

Religião de cerca de 50% dos brasileiros, segundo pesquisa do Datafolha divulgada no início de 2020, os velórios são marcados pela presença de velas, terços, rezas e histórias sobre o ente falecido.

Os cat√≥licos costumam, ainda, realizar uma missa de 7¬ļ dia e de um m√™s, que tem o objetivo, segundo a profiss√£o de f√© cat√≥lica, auxiliar na passagem do esp√≠rito para o c√©u ou inferno.

Velório Evangélico

Os evang√©licos t√™m uma vis√£o diferente a respeito da cerim√īnia do vel√≥rio. 

Por crerem que após a morte a alma fica adormecida até a volta de Jesus Cristo, momento em que haverá a separação entre os que vão para o inferno e os que vão para o céu, não acreditam na existência de um purgatório.

Al√©m disso, a cerim√īnia de vel√≥rio n√£o tem como objetivo se despedir do falecido, sendo o evento uma ocasi√£o especial apenas para prestar solidariedade √† fam√≠lia.

Velório Espírita

J√° para os esp√≠ritas, que acreditam na reencarna√ß√£o, o morto sempre vai estar no ao redor dos vivos. 

Durante o velório, o objetivo é dar à pessoa que partiu a condição de aceitar o seu novo lugar, se desapegando plenamente do mundo dos vivos.

Vivenciar o luto é fechar um ciclo

Seja como for, independentemente da religião, os rituais de despedida colaboram na elaboração de um luto mais saudável.

Isso porque o momento do vel√≥rio e do sepultamento s√£o, sobretudo, um espa√ßo social em que as pessoas enlutadas compartilham seus sentimentos sem julgamentos. 

Enquanto dividem emo√ß√Ķes e fortalecem as lembran√ßas dos bons momentos vividos ao lado de quem se foi, amadurecem o sentimento de que √© preciso seguir em frente, apesar da dor.

Como fazer um ritual de despedida

Antes de mais nada, √© extremamente importante olhar detalhadamente para a hist√≥ria de vida de quem partiu. 

Em primeiro lugar, identifique os gostos e desejos de quem se foi. 

Tente recordar como a pessoa gostaria de ser lembrada e de que maneira essas memórias podem ser resgatadas de um jeito carinhoso e respeitoso.

Do mesmo modo que é necessário atender aos desejos da pessoa que foi embora, busque criar um ambiente que acolha todas as pessoas enlutadas.

Em outras palavras, as pessoas que comparecem ao rito de despedida estão padecendo de um sentimento de tristeza, por isso é importante fazer com que elas se sintam acolhidas na sua dor.

A Viva Mais Plan √© especialista em oferecer acolhimento a todas as fam√≠lias que sofrem pela perda de um ente querido. 

Nossos profissionais respeitam todos os desejos declarados pela pessoa em vida e os de seus familiares, garantindo uma despedida memor√°vel.

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Como é feito o traslado de um corpo

A morte não tem dia e nem hora para chegar, por isso é importante saber como é feito o traslado de um corpo.

Em outras palavras, como o falecimento de um ente querido pode ocorrer de maneira inesperada, em um acidente ou até mesmo distante do local em que a pessoa morava, ter o conhecimento do que fazer nesta situação é fundamental.

Para que as √ļltimas homenagens sejam realizadas de maneira que a fam√≠lia tenha condi√ß√Ķes de se despedir dignamente daquela pessoa, o primeiro passo √© cuidar do traslado do corpo. 

Entenda o que é traslado e quais as exigências para ter acesso a este serviço. Continue a leitura.

O que é traslado

O traslado de corpos √© o servi√ßo realizado para o transporte dos restos mortais de uma pessoa, em caso de morte acidental ou s√ļbita, at√© a sua cidade de origem, para que os demais ritos funer√°rios sejam realizados.

Este tipo de transporte pode ser realizado entre munic√≠pios, estados ou, caso seja preciso, at√© mesmo internacionalmente. Por√©m, o tipo de traslado pode variar de acordo com a localiza√ß√£o do corpo. 

Veja a seguir os tipos de traslado, as formas de deslocamento e as principais exigências:

Tipos de traslados de corpos

Traslado intermunicipal

O traslado de corpo intermunicipal ocorre entre cidades do mesmo estado. 

Este serviço pode ser realizado pela prefeitura municipal ou por empresas privadas.

Os traslados intermunicipais n√£o obrigam que ocorra o embalsamento do corpo. Por√©m, a prepara√ß√£o do corpo √© uma exig√™ncia legal em dist√Ęncias maiores que 50 quil√īmetros.

Traslado interestadual

Os traslados de corpos interestaduais são realizados entre estados diferentes da federação.

As regras variam conforme o estado, mas nem todos os √≥rg√£os p√ļblicos realizam este servi√ßo. Portanto, em alguns casos, √© necess√°rio contratar uma empresa privada para realiza√ß√£o do transporte.

Nesse sentido,  √© importante lembrar que os traslados nacionais exigem uma documenta√ß√£o espec√≠fica. Dessa maneira, o solicitante ter√° a seguran√ßa de realizar todo o processo dentro das normas legais.

Entre os documentos necess√°rios est√£o:

  • Identidade do requerente do traslado;
  • C√≥pia autenticada do atestado de √≥bito;
  • Requerimento de transfer√™ncia do corpo;
  • Alvar√° judicial;
  • Autoriza√ß√£o feita pela Vigil√Ęncia em Sa√ļde Ambiental;

Tamb√©m √© fundamental que o solicitante verifique se a empresa prestadora de servi√ßo est√° registrada nos √≥rg√£os p√ļblicos competentes.

 Traslado internacional

O processo de realiza√ß√£o do traslado internacional, por envolver pa√≠ses diferentes, √©, geralmente, mais burocr√°tico. 

Isso porque é preciso lidar diretamente com as autoridades de outro país e atender as exigências de cada consulado.

Al√©m disso, √© necess√°rio esclarecer que, em um eventual falecimento no exterior, o Minist√©rio das Rela√ß√Ķes Exteriores do Brasil n√£o se responsabiliza pelas despesas, seja a pessoa de nacionalidade brasileira residente em outro pa√≠s ou apenas uma turista.

Onde contratar o serviço de traslado de corpos

O traslado funerário pode ser contratado de forma avulsa, caso a família não seja associada a um serviço de Planejamento Funeral Familiar.

Para se ter um ideia, o custo desse serviço particular para o transporte entre municípios dentro do mesmo estado pode custar entre R$ 2500,00 a R$ 6.000,00.

Por isso, o ideal é contratar um plano funerário para ter assistência completa quando ocorrer uma morte em sua família. Isso porque, chocados, os familiares precisam de suporte especializado que poderá auxiliar em todos os processos burocráticos que envolvem o funeral.

Mas atenção: antes de aderir a um plano funerário, verifique se a empresa é regulamentada conforme a lei federal.

A Viva Mais Plan oferece a um custo totalmente acessível planos funerários que garantem auxílio profissional e especializado para realizar um funeral.

Entre em contato conosco para conhecer todas as nossas op√ß√Ķes de planos dispon√≠veis.

O que é e como funciona o testamento vital

A maioria de n√≥s j√° ouviu falar em testamento, sendo que alguns at√© j√° providenciaram o seu. 

Este é um documento que tem como objetivo determinar em vida o que será feito com os bens materiais após o falecimento, exceto quando o titular se encontra incapaz de expressá-las.

Porém, você sabia que existe um outro tipo de testamento que é feito e usado em vida?

Nesse artigo, vamos explicar o que é o testamento vital, um documento que garante a forma que o paciente será tratado diante de uma doença que o impossibilite de manifestar plenamente sua vontade e até mesmo a forma de ser sepultado ou cremado. Continue a leitura.

O que é o testamento vital

O termo Testamento Vital surgiu nos Estados Unidos, em 1967, criado pela Sociedade Americana de Eutan√°sia. 

Trata-se de um documento de cuidados antecipados, onde a pessoa deixa por escrito quais tipos de tratamento aceita ou recusa se submeter quando estiver com uma doença ameaçadora de vida.

Por que fazer o testamento vital

Imagine que voc√™ tenha recebido a not√≠cia de ser o portador de uma doen√ßa que pode tirar a sua capacidade de tomar decis√Ķes. 

Embora seja muito dif√≠cil pensar nisso, saiba que esta situa√ß√£o √© a que mais causa sofrimento para fam√≠lias que lidam com o adoecimento de um ente querido sem saber o que fazer. 

Nesse sentido, a aus√™ncia de respostas para quest√Ķes como ‚Äúo que vamos fazer agora que a doen√ßa n√£o tem cura‚ÄĚ ou ‚Äúo que essa pessoa que tanto amo gostaria que fosse feito‚ÄĚ √© extremamente angustiante.

Ou seja, o testamento vital servirá para orientar a família na condução desse momento doloroso.

Isso ajudar√° a garantir que os √ļltimos dias de vida sejam vividos com dignidade e de acordo com as cren√ßas que a pessoa pratica. 

Como fazer o testamento vital

Como dissemos anteriormente, o Testamento Vital √© um documento que cont√©m as suas diretrizes antecipadas de vontade sobre cuidados √† vida numa situa√ß√£o em que voc√™ n√£o tem condi√ß√Ķes de tomar as pr√≥prias decis√Ķes ou expressar a sua vontade.

Confira o passo-a-passo para escrever o Testamento Vital:

Quando fazer o Testamento Vital

Antes de mais nada, voc√™ pode fazer um Testamento Vital em qualquer momento, ainda que voc√™ n√£o esteja doente. 

Al√©m disso, voc√™ pode mudar seu conte√ļdo a qualquer tempo. 

Em situa√ß√Ķes de diagn√≥stico de uma doen√ßa grave, que amea√ßa a continuidade da sua vida, √© importante que se pense o que tem valor para voc√™ neste momento delicado e o que voc√™ deseja fazer com seu tempo de vida. 

Tire d√ļvidas com o m√©dico

Fa√ßa todas as perguntas que quiser ao m√©dico. Compartilhe abertamente com ele quem voc√™ √© (hist√≥rico de vida, quais suas prioridades, pessoas importantes na sua vida). 

Seja como for, n√£o saia do consult√≥rio m√©dico sem ter a vis√£o clara do que deve incluir no Testamento Vital e quem dever√° ser o seu procurador. 

Reflita sobre seus valores

Medite sobre seus valores diante do adoecimento. Em outras palavras, pense em como você quer ser cuidado.

Re√ļna-se com as pessoas com as quais voc√™ contar√° nessa fase e converse sobre seus desejos e vontades.

Um testamento vital não pode ser anulado por nenhum familiar ou terceiro. Apenas, se houver comprovação por meio de processo judicial que o declarante não gozava de sua capacidade ao redigir o documento.

Lembre-se que n√£o importa quais sejam as vontades dos familiares, √© preciso deixar claro, como paciente, sobre o tipo de procedimento que deseja se submeter ‚Äď ou n√£o, a fim de facilitar decis√Ķes, inclusive, dos profissionais de sa√ļde. 

Busque orientação jurídica

Como se trata de uma forma de testamento bem espec√≠fica, procure a assessoria jur√≠dica de um especialista em direito de fam√≠lia e sucess√Ķes para ajudar na reda√ß√£o do documento.

Sobretudo pelo domínio do assunto, o assessor jurídico observará uma série de detalhes que, eventualmente, podem ser ignorados involuntariamente por um leigo.

Desse modo, você evitará problemas futuros e até mesmo a intervenção de terceiros que poderão contestar as vontades ali declaradas.

Pensar sobre todas estas quest√Ķes pode causar preocupa√ß√£o e tristeza, mas √© preciso lembrar que, at√© que a morte chegue, n√£o deixar claro o que voc√™ deseja pode, no final da hist√≥ria, causar muito sofrimento.

Al√©m de se preocupar em como viver bem os √ļltimos dias de vida, √© importante contratar um plano funer√°rio para auxiliar a fam√≠lia na realiza√ß√£o do funeral. 

Conhe√ßa o Planejamento Funeral Familiar da Viva Mais Plan. Na hora do luto, voc√™ tem com quem contar. 

Apoio e acolhimento profissional para cuidar de todo o processo do funeral.


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Luto perinatal: o que é e como reagir a esta perda

Para muitos casais, receber o resultado positivo de um teste de gravidez √© um momento de emo√ß√Ķes intensas. Nessas horas, ligamos para os amigos mais pr√≥ximos e familiares para compartilhar a boa not√≠cia.

Infelizmente, em alguns casos, a gravidez não ocorre como o planejado e o bebê morre durante a gestação ou dias após o nascimento.

Por conta disso, o impacto da perda costuma ser muito maior, afinal de contas a expectativa da chegada de uma criança é frustrada repentinamente, pouco tempo depois de você ter traçado planos para o futuro.

Nesse artigo, vamos abordar como lidar com o luto perinatal e de que forma confortar alguém que esteja passando por esse processo. Continue a leitura.

O que é o luto perinatal

Ainda pouco abordado, o luto perinatal é o processo de elaboração da perda ocorrida a qualquer momento da gestação até o primeiro mês de vida do bebê.

At√© aqueles que se sentem familiarizados com ideia que a vida possa ser interrompida a qualquer momento se surpreendem com as fortes emo√ß√Ķes diante da morte de um filho.

Exatamente pela falta de diálogo e conhecimento sobre o assunto, a dor no luto perinatal acaba sendo bastante intensificada por conta da falta de conhecimento e empatia das pessoas próximas aos pais enlutados.

O luto na maternidade

√Č extremamente confuso n√£o ter seu filho em seus bra√ßos, apesar de continuar se sentindo m√£e. Isso porque para uma m√£e n√£o importa se eram semanas ou meses, a dor ser√° intensa e irremedi√°vel.

Al√©m disso, a falta de empatia de algumas pessoas acaba provocando mais tristeza.  

√Č muito comum surgirem coment√°rios inadequados, como sugerir que logo voc√™ poder√° engravidar novamente, sem ao menos entender que o filho que partiu jamais poder√° ser substitu√≠do.

Não se culpe pela perda do bebê

A interrupção da gravidez é uma perda muito dolorosa e exige, sim, um período de dor e de sofrimento.

Por√©m, muitas m√£es que sofrem um aborto espont√Ęneo ou cujos filhos morrem poucos dias depois do nascimento, acabam se perguntando se fizeram alguma coisa errada durante a gesta√ß√£o.

Quando uma gravidez é interrompida, o que não falta na cabeça da mulher são motivos para se sentir culpada.

Algumas m√£es se perguntam se o motivo da morte teve liga√ß√£o com algum esfor√ßo f√≠sico, por trabalhar muito, por n√£o se alimentar t√£o bem ou, quem sabe, at√© por um ‚Äúcastigo divino‚ÄĚ.

O aborto afeta a autoestima da mulher que passa a se sentir incapaz ou n√£o merecedora de gerar um filho. 

Se o sentimento de culpa e a autopunição permanecerem, o ideal é que a mulher procure ajuda especializada de um psicólogo para ajudar a elaborar o luto.

Conhe√ßa o Planejamento Funeral Familiar da Viva Mais Plan. 

Nossos planos asseguram apoio e proteção especializados na hora da perda de um ente querido.

Além disso, em todos os nossos planos você tem acesso a um cartão especial para desconto em consultas médicas, odontológicas e psicológicas.

Entre em contato conosco para saber mais.