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Planejamento Funeral Familiar: a morte de uma criança

Lidar com a morte de uma criança é uma das situações mais difíceis que alguém pode enfrentar. É normal sentir uma grande dor e tristeza, além de outros sentimentos como raiva, culpa, desesperança e ansiedade.

Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a lidar com a morte de uma criança:

  1. Permita-se sentir suas emoções: É importante lembrar que não há maneira certa ou errada de lidar com a perda de uma criança. Permita-se sentir suas emoções e dê tempo para você mesmo processar o que aconteceu.
  2. Procure apoio: Procure o apoio de amigos, familiares, grupos de apoio ou um profissional de saúde mental. Compartilhar seus sentimentos com outras pessoas pode ajudá-lo a se sentir menos sozinho e pode ser uma fonte de conforto.
  3. Busque conforto em suas crenças: Se você tem alguma crença religiosa ou espiritual, procure conforto e suporte em sua fé.
  4. Cuide de si mesmo: É importante cuidar de si mesmo durante esse período difícil. Certifique-se de comer bem, dormir o suficiente, fazer exercícios e descansar quando precisar.
  5. Encontre maneiras de homenagear a criança: Encontre maneiras de homenagear a criança, como plantar uma árvore, criar uma caixa de memórias ou participar de eventos de caridade em seu nome.
  6. Não tenha medo de pedir ajuda: Se você sentir que está lutando para lidar com sua perda, não tenha medo de pedir ajuda profissional. Um terapeuta pode ajudá-lo a trabalhar através de seus sentimentos e fornecer suporte e orientação.

Lembre-se de que a perda de uma criança é uma das situações mais difíceis que alguém pode enfrentar, e pode levar tempo para encontrar uma maneira de lidar com essa dor. Não se apresse em superar sua perda e permita-se o tempo que precisa para se curar.

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Como o seu cérebro lida com o luto

Acima de tudo, na fase do luto, geralmente, datas comemorativas ou períodos curtos de férias nunca são as mesmas coisas depois que alguém que amamos morre. Os aniversários, por exemplo, acabam trazendo de volta sentimentos de tristeza pelo vazio na mesa de jantar ou um presente a menos para comprar.

Nesse post, vamos explicar como o nosso cérebro lida com o luto e quanto tempo precisamos para aprender a conviver com a perda. Continue a leitura.

O que acontece em nosso cérebro quando estamos de luto

Antes de tudo, se você já perdeu alguém importante, não é tão difícil imaginar o que passa na cabeça de uma pessoa enlutada.

Além da tristeza, a saudade parece não ter mais fim. Talvez o mais complicado seja conseguir aprender a viver no mundo sem alguém que amamos mais presente nele, seja um ser-humano ou até mesmo a morte de um bicho de estimação, tudo provoca dor e luto.

O luto leva tempo e causa mudanças em nosso cérebro, dizem os especialistas. Uma das coisas mais importantes que podemos receber quando estamos sofrendo pela perda de um ente querido é saber que podemos contar com uma rede de apoio.

Isso significa que ter ao seu lado os seus melhores amigos e familiares vai fazer com que você se sinta confiante de que é capaz de se adaptar à ausência deste membro da família.

Quais sintomas físicos o cérebro enlutado provoca

Juntamente com as fortes transformações emocionais a que estamos expostos quando perdemos um ente querido, estes sentimentos, quando não são bem tratados, podem ajudar a desenvolver sintomas físicos ao ponto de se tornar uma doença.

Agora que você já sabe que o luto pode causar problemas à sua saúde, observe alguns sintomas que indicam que a perda de alguém especial traz mais danos do que se imagina.

Veja a seguir:

Dor no peito

Muitos daqueles que passam por uma perda familiar costumam relatar uma forte dor no peito. Segundo elas, a sensação é semelhante a uma pressão no peito. Com alguma frequência, algumas pessoas acabam confundindo a dor com um problema cardíaco. 

Conhecida como a “síndrome do coração partido”, essa patologia é bastante notada em fases de luto e realmente deixa o coração mais fraco.

Outros sintomas do luto

À primeira vista, algumas pessoas relatam problemas gástricos, tremores frequentes, irritação e hipersensibilidade ao barulho. Geralmente, quando acontece uma perda familiar de forma repentina, é comum que você sinta, por exemplo, uma dor de estômago, sinta enjôo ou tenha problemas gastrointestinais. 

O que fazer para lidar com o luto

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os impactos do luto em seu cérebro e no seu corpo, o ideal é procurar ajuda especializada. Assim, será possível evitar que o luto desenvolva um quadro mais grave de depressão e dores físicas crônicas. 

Com o apoio de um psicólogo ou de um psiquiatra é possível tratar as emoções devastadoras do luto ou de outro problema de saúde que, por acaso, tenha surgido a partir do momento da perda de um ente querido.

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Através deste serviço, você pode realizar consultas com psicólogos para ajudar a melhorar a sua saúde mental.

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Falência múltipla de órgãos: o que é e como acontece?

Cuidar da saúde e do bem-estar daqueles que amamos é sempre muito importante. Assim, saberemos quando algo não vai bem e quando devemos procurar ajuda médica. É o caso da falência múltipla de órgãos, uma condição grave que normalmente tem origem em uma infecção generalizada.

Neste artigo, vamos explicar como acontece a falência múltipla de órgãos e quais são as suas principais causas. Então, leia o artigo e entenda mais sobre esse assunto tão importante para sua saúde!

O que é a falência múltipla de órgãos?

A falência múltipla de órgãos é uma condição em que dois ou mais órgãos têm suas funções comprometidas. Por isso, nessa situação, é necessário realizar intervenções médicas, para manter o equilíbrio do organismo.

No Brasil, cerca de 25% dos pacientes internados em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) apresentam essa condição. Além disso, de acordo com o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), quanto maior o número de órgãos comprometidos, maior a chance de morte.

O que causa a falência múltipla de órgãos?

Em geral, os casos de múltipla falência dos órgãos são causados por:

  • Sepse, septicemia ou infecção generalizada;
  • Traumas;
  • Queimaduras;
  • Pancreatite;
  • Síndromes de aspiração;
  • Doenças autoimunes;
  • Eclâmpsia;
  • Envenenamento.

A principal causa dessa falência múltipla, porém, é a sepse. Por sua vez, a sepse é uma resposta inflamatória do organismo a uma infecção. Essa infecção pode ser causada por bactérias, fungos, vírus ou protozoários.

Quando ocorre uma infecção no organismo, o sistema imunológico é rapidamente acionado, para evitar que ela se espalhe. Se essa inflamação se espalha, o organismo prepara uma resposta sistêmica, mas isso pode trazer graves consequências para o equilíbrio do corpo.

Nesse caso, a pressão sanguínea cai de forma exagerada, reduzindo a oxigenação dos órgãos e comprometendo o seu funcionamento.

Quais são os sintomas e tratamentos para sepse?

Depois de entender o que é falência múltipla dos órgãos, é preciso entender como ela se manifesta. Conforme dissemos, a sepse surge quando há infecção em alguma parte do corpo. Dessa forma, os principais sintomas dessa condição são:

  • Febre alta;
  • Diarreias;
  • Tremores;
  • Calafrios;
  • Náuseas;
  • Redução da produção de urina;
  • Queda da pressão sanguínea;
  • Aumento da contagem de leucócitos e redução do número de plaquetas, nos exames de sangue.

Acima de tudo, o diagnóstico precoce é a melhor forma de garantir a eficácia do tratamento contra a sepse e a possível falência dos órgãos. Além disso, o uso de antibióticos é muito efetivo, porque controla a resposta inflamatória e estabiliza o quadro.

Assim, a melhor forma de prevenir esse problema é evitar infecções graves. Não existe vacina contra a sepse, mas alguns é possível combater alguns agentes infecciosos como os pneumococos com a vacinação.

Além disso, manter uma vida saudável, com alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos ajuda a fortalecer a imunidade do corpo. Assim, as chances de ocorrer a falência múltipla de órgãos é bastante reduzida.

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Tratamento para hemorroidas: como se livrar desse incômodo

As hemorroidas são um problema mais comum do que se imagina, mas ainda existe um tabu muito grande sobre esse assunto. Estima-se que metade da população adulta irá sofrer com esse incômodo pelo menos uma vez na vida. Por isso, é fundamental entender mais sobre essa condição e como é o tratamento para hemorroidas.

Neste artigo, vamos explicar como surgem essas veias dilatadas na região anal e qual é o tratamento para hemorroidas mais indicado para cada caso. Então, continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

Como surgem as hemorroidas?

Antes de mais nada, é preciso ter em mente que o tratamento para hemorroidas é feito com o objetivo de descongestionar as veias que se dilataram na região anal. Mas, afinal, como surgem as hemorroidas e por que esses vasos sanguíneos ficam maiores? Confira a explicação a seguir!

A maioria de nossas veias possuem válvulas que ajudam o sangue a seguir sempre na mesma direção, vencendo a gravidade e retornando até o coração. Mas quando esse mecanismo para de funcionar, surgem as varizes, que nada mais são do que veias tortuosas com sangue congestionado.

Mas, ao contrário das veias do resto do corpo, as veias hemorroidárias (da região do reto e do ânus) não possuem essas válvulas. Então, qualquer aumento de pressão no local faz com que as veias se dilatem – as hemorroidas são como varizes na região anal.

Tratamento para hemorroidas

Para definir qual o tratamento para hemorroidas mais adequado, o médico proctologista deve avaliar o quadro e o grau em que ela se encontra. De forma geral, existem quatro graus:

  • Grau I: hemorroidas internas, que não se projetam para fora do ânus;
  • Grau II: as protuberâncias se exteriorizam na hora da evacuação, mas logo voltam para dentro naturalmente;
  • Tipo III: as “bolsinhas” de sangue coagulado não voltam mais automaticamente, é preciso empurrá-las para dentro com a ponta dos dedos;
  • Tipo IV: as hemorroidas ficam sempre expostas e não é possível fazê-las retornar. Nesse caso, o incômodo é bastante intenso.

Dessa forma, os tratamentos para hemorroidas são divididos em dois tipos: conservador ou cirúrgico. A seguir, confira a indicação de cada uma dessas abordagens.

Tratamento conservador

O tratamento para hemorroida mais utilizado é o conservador, principalmente para os graus 1 e 2. Assim, através da mudança de hábitos, uso de pomadas e banhos de assento, é possível controlar os sintomas e tratar a doença. Algumas recomendações são:

  • Beber bastante água, para umedecer as fezes e diminuir a constipação e o atrito na hora de evacuar.
  • Ingerir alimentos ricos em fibras, que ajudam com a constipação;
  • Evitar usar papel higiênico, dando preferência ao bidê ou jatos de água morna;
  • Não ficar muito tempo sentado no vaso sanitário;
  • Fazer banho de assento com água morna, duas a três vezes por dia;
  • Usar pomadas para alívio dos sintomas apenas com recomendação médica.

Tratamentos minimamente invasivos e cirúrgicos

Quando o tratamento conservador não é suficiente, geralmente nos casos de grau 2, 3 e 4, é preciso realizar procedimentos mais invasivos, tais como:

  • Ligadura elástica, feita em consultório ou ambulatório. Ela envolve a base da hemorroida que, sem sangue, acaba necrosando e caindo.
  • Radiofrequência, também feita em consultório. Esse procedimento queima e seca as bolsinhas de sangue.
  • Cirurgia, método mais tradicional indicado para os casos mais graves. O pós-operatório costuma causar certo desconforto.

Neste artigo, falamos sobre a escolha do tratamento para hemorroidas, que deve ser feita após a avaliação do estágio em que se encontra. Por isso, consultar o proctologista é importante para tratar e prevenir o surgimento dessa condição tão incômoda.

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Alergia a animais: quais são as causas e sintomas?

Ter um bichinho de estimação em casa é positivo para nossa saúde, combatendo o estresse e a depressão, além de diminuir os riscos de doenças cardíacas. Mas, para algumas pessoas que têm alergia a animais, os momentos de diversão podem vir acompanhados de espirros e outras reações.

Neste artigo, vamos explicar as causas da alergia a animais e listar os principais sintomas que costumam aparecer. Então, continue a leitura e entenda como agir nesses casos, para garantir mais saúde e felicidade com seu pet!

Qual a causa da alergia a animais?

Muita gente acredita que a alergia a animais acontece pelo contato com os pelos dos bichinhos, mas isso não é totalmente verdadeiro. Os pelos são grandes demais para serem inalados e entrar na corrente sanguínea, onde as reações são desencadeadas.

Na verdade, a alergia acontece a partir do contato com proteínas presentes na saliva, na urina e na descamação da pele do animal. Essa proteína pode sim se depositar nos pelos, principalmente dos gatos, que têm o hábito de se lamber para fazer sua própria higiene.

Dessa forma, isso significa que escolher um animalzinho que solta pouco pelo não é garantia de que você não terá uma reação alérgica. Além disso, é possível que você não tenha alergia a pelo de gato ou de cachorro, mas sim aos ácaros que se acumulam na pelagem dos pets.

Sintomas de alergia a animais

Para algumas pessoas, basta uma brincadeira rápida com um cachorrinho do amigo para começar uma crise de espirros. Para outras, por outro lado, os sintomas podem ser diferentes. A seguir, confira os principais indícios de que você pode ser alérgico ao pelo de cães e gatos:

  • Coceira na garganta e/ou no nariz;
  • Tosse seca;
  • Espirros contínuos;
  • Nariz congestionado ou escorrendo;
  • Olhos vermelhos e irritados;
  • Dificuldade para respirar;
  • Brotoejas ou erupções na pele.

Preciso me desfazer do meu animal de estimação?

Se você acredita que alguém de sua família tem alergia a pelo de cachorro ou gato, o primeiro passo é realizar exames. Em uma consulta com o alergologista, o diagnóstico pode ser obtido rapidamente, através do teste de alergia no antebraço ou nas costas. Além disso, existem exames de sangue que podem detectar a presença de alergia.

Acima de tudo, como em todos os casos de alergia, o recomendado é evitar o contato com o agente causador das crises. Mas você não precisa se desfazer do animalzinho logo de início – existem algumas medidas para amenizar as reações:

  1. Evitar que o animal suba em sofás e camas, além de objetos como cobertores, mantas e roupas da pessoa alérgica.
  2. Não fazer brincadeiras muito entusiasmadas com os bichinhos dentro de casa, para evitar que soltem muito pelo.
  3. Evitar o uso de tapetes ou carpetes, que podem acumular pelos e poeira;
  4. Limpar a casa com aspirador de pó e pano molhado ao invés de vassoura e espanador.
  5. Escovar o pelo do animal do lado de fora de casa, para evitar que os fragmentos não fiquem pairando no ar.

Neste artigo, falamos sobre as causas e os sintomas de alergias a animais. Assim, se alguém de sua família sofre com essas reações, o ideal é adotar medidas para amenizar o problema ao invés de se desfazer do bichinho.

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Conheça os riscos da automedicação

Falar sobre os riscos da automedicação tem sido cada vez mais importante, principalmente no contexto de pandemia. Muitas pessoas têm desconsiderado as recomendações médicas e buscam remédios para se prevenir da infecção pelo novo coronavírus – mesmo que isso não seja possível.

Tomar medicamentos por conta própria é um hábito cultural brasileiro, mas a maioria das pessoas não conhece os riscos da automedicação. Por isso, neste artigo vamos falar sobre esse assunto tão importante e que pode trazer sérias consequências para nossa saúde. Continue a leitura e confira!

O que é automedicação?

Como dissemos, os riscos da automedicação são diversos, mas muita gente não conhece os perigos dessa prática. Na verdade, grande parte das pessoas nem sabe o que é considerado automedicação. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a automedicação e o uso irracional de medicamentos são:

  • Uso abusivo de remédios, principalmente na forma de polimedicação.
  • Ingestão do medicamento por um período maior do que o receitado pelo médico;
  • Uso de medicamentos antibióticos de forma incorreta (dose ou horário errados) ou para infecções não-bacterianas;
  • Uso de injetáveis nos casos em que seria mais adequado o uso de medicamentos orais.

No Brasil, os remédios mais utilizados na automedicação são aqueles que tratam condições que se curam rapidamente, como dor de cabeça, gripes e alergias.

Quais os principais riscos da automedicação?

A seguir, vamos mostrar os principais perigos da automedicação, destacando a importância de se consultar com um médico de confiança sempre que sentir qualquer sintoma. Confira!

Resistência ao medicamento

No caso dos antibióticos, o uso descontrolado de remédios pode fazer com que as bactérias se acostumem com aquela substância. Dessa forma, o medicamento passa a não funcionar como deveria, causando infecções cada vez mais fortes. Isso pode prejudicar o tratamento e até mesmo levar à morte, principalmente no caso de infecções hospitalares por superbactérias.

Interações entre medicamentos

A interação medicamentosa está entre os riscos da automedicação mais graves. Dois remédios podem interagir entre si e diminuir ou acentuar os seus efeitos. Um exemplo importante é o caso de anticoncepcionais e antibióticos ou anticoagulantes. Por isso, sempre informe seu médico sobre qualquer remédio (de uso contínuo ou não) que você esteja tomando.

Piora das condições

Imagine que você está com uma dor de garganta e toma um anti-inflamatório por conta própria para aliviar o desconforto. Isso pode mascarar os sintomas e fazer com que a infecção se torne cada vez mais grave. Então, a automedicação pode tornar a doença e o tratamento cada vez mais agressivos.

Reação alérgica

Outro risco de tomar remédios por conta própria é o surgimento de uma alergia a algum componente. A reação pode ir desde simples coceiras até algo mais grave, levando a óbito. Se você não sabe se é alérgico a algum medicamento, não tome sem conhecimento do seu médico.

Neste artigo, falamos sobre os perigos e riscos da automedicação, uma prática ainda bastante comum entre os brasileiros. Cuidar da saúde é, acima de tudo, adotar medidas de prevenção e atenção em diversos aspectos.

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Doenças cardiovasculares: quais são as principais?

As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no mundo todo. O que muita gente não sabe é que é possível evitar essas condições, principalmente por meio de um estilo de vida saudável.

Neste artigo, vamos falar sobre os fatores de risco para doenças cardiovasculares e explicar quais são as condições que mais afetam o coração e os vasos sanguíneos. Então, continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

Fatores de risco para doenças cardiovasculares

Como dissemos, grande parte das doenças cardiovasculares são consequência de hábitos negativos que são construídos ao longo da vida. Apesar de existirem cardiopatias congênitas, ou seja, aquelas que estão presentes desde o nascimento, elas são minoria. Por isso, é importante conhecer os fatores de risco para essas doenças. Os principais deles são:

  • Sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Alto nível de estresse;
  • Obesidade;
  • Hipertensão (pressão alta);
  • Diabetes;
  • Colesterol alto.

Principais doenças cardiovasculares

Hipertensão

Além de ser um fator de risco para outras doenças cardíacas, a pressão alta é também uma condição cardiovascular que merece atenção. Uma pessoa é considerada hipertensa quando seus níveis de pressão sanguínea estão acima de 120/80mmHg (a famosa pressão 12 por 8).

Acima de tudo, o aumento da pressão causa danos a médio e longo prazo em órgãos como coração, cérebro e rins, além de afetar as artérias e a retina. Essas lesões podem aumentar os riscos de um acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e aneurisma.

Insuficiência Cardíaca

Essa condição ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma satisfatória para o restante do corpo. Trata-se de uma doença crônica, que se desenvolve de maneira gradual e pode levar ao acúmulo de sangue nos pulmões, fígado e membros.

Em geral, a insuficiência cardíaca pode ser resultado de uma hipertensão arterial mal-tratada. Por ser uma doença progressiva, é fundamental realizar o acompanhamento com o cardiologista para diminuir as suas implicações para a saúde e bem-estar do paciente.

Ataque cardíaco ou infarto

O infarto agudo do miocárdio ou ataque cardíaco é considerado uma emergência médica e ocorre pelo bloqueio do fluxo sanguíneo. Os sintomas incluem dor no peito, desconforto nos membros superiores e inferiores, formigamento, falta de ar, suor e tontura. Não devemos ignorar esses sinais – e procurar o médico o quanto antes.

Cardiopatia isquêmica

Entre as principais doenças do coração está a cardiopatia isquêmica, que ocorre quando há a redução ou interrupção do fluxo sanguíneo em uma ou mais artérias coronárias.

Esse quadro pode evoluir sem sintomas e levar a condições mais graves, como um infarto, por exemplo. Assim, por conta da diminuição da circulação sanguínea, o coração pode se lesionar e se tornar mais fraco. Por isso, vale ficar atento.

Arritmia cardíaca

Ocorre quando há uma alteração no batimento cardíaco, ou seja, quando o coração bate de forma descompassada, mais rápida ou mais lenta. Essa disfunção pode ser detectada por meio de exames simples como o eletrocardiograma e o tratamento depende dos sintomas apresentados.

Neste artigo, falamos sobre as principais doenças cardiovasculares, responsável por grande parte do número de mortes no mundo todo. Como dissemos, a maioria dessas condições pode ser evitada com a adoção de uma vida saudável.

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Sintomas de depressão: conheça os principais

A depressão é um transtorno de humor bastante comum, que acompanha a humanidade há muito tempo. Apesar de ser recorrente, essa é uma doença grave, que tem um impacto significativo na qualidade de vida da pessoa. Por isso, é importante reconhecer os principais sintomas de depressão e buscar ajuda, se necessário.

Os sintomas de depressão mais conhecidos são a tristeza intensa e a perda de interesse em atividades que antes eram fontes de prazer. Mas existem outros sinais que não podem ser ignorados – e é sobre isso que vamos falar neste artigo. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

Depressão não é tristeza

Com frequência, os sintomas de depressão são confundidos com tristeza ou luto. É comum ouvirmos que uma pessoa está deprimida após a perda de um ente querido, por exemplo. Porém, ficar triste não é o mesmo que ter depressão. Tanto o luto quanto a depressão podem causar abatimento e desânimo, mas existem diferenças importantes.

No luto, os sentimentos negativos vêm em ondas, alternados com lembranças felizes, tornando possível desfrutar bons momentos e ter perspectiva de futuro. Por outro lado, na depressão a tristeza é constante e a pessoa perde o prazer pela vida e não consegue ter uma visão otimista de futuro.

Quando o luto e a depressão acontecem juntos, o luto é mais grave e dura mais tempo. Por isso, é importante reconhecer os sinais da depressão e buscar o tratamento adequado.

Principais sintomas de depressão

Acima de tudo, é preciso entender que as alterações psicológicas e emocionais são as consequências e não as causas da depressão. Essa é uma doença silenciosa, que tem origem na bioquímica do cérebro e na diminuição de neurotransmissores como a serotonina, responsável pela sensação de bem-estar.

A seguir, confira os principais sintomas da depressão:

  • Sentimentos de tristeza, ansiedade ou vazio constantes;
  • Desesperança, luto ou pessimismo;
  • Irritabilidade;
  • Sentimento de culpa, inutilidade, insegurança e baixa autoestima;
  • Perda de interesse pela vida e atividades que antes eram prazerosas;
  • Diminuição da energia, sensação de fadiga constante;
  • Dificuldade de concentração ou para tomar decisões;
  • Problemas com o sono, com dificuldade para dormir ou despertares noturnos;
  • Mobilidade ou fala mais lenta;
  • Aumento ou diminuição do apetite e do peso;
  • Pensamentos negativos, relacionados à morte e/ou suicídio;
  • Dores e outros sintomas físicos não relacionados a outras condições de saúde, tais como dor de cabeça, cólicas e problemas digestivos.

Para prevenir a depressão, é importante adotar um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios físicos e gerenciamento do estresse. Manter hobbies e o cérebro ativo também é importante nesse sentido.

Ainda, é importante lembrar que somente um profissional da saúde mental (psiquiatra ou psicólogo) pode realizar o diagnóstico correto e prescrever o melhor tratamento. Em geral, os tratamentos incluem o uso de medicamentos e terapia.

Conte com a Viva Mais Plan

Neste artigo, falamos sobre os principais sintomas de depressão, destacando a sua diferença para a tristeza. Acima de tudo, é importante compreender que a depressão é uma doença, que afeta tanto o bem-estar emocional quanto físico. Não se trata de “frescura” nem de uma escolha pessoal. Então, é preciso procurar ajuda para atravessar essa fase.

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Exame de próstata: qual a importância do acompanhamento?

Já estamos acostumados com as campanhas realizadas em novembro, sobre a conscientização a respeito do câncer de próstata. Mas a verdade é que o exame de próstata pode e deve ser feito em qualquer mês do ano.

Neste artigo, vamos falar sobre a importância da realização do exame de próstata e como esses procedimentos podem contribuir para a saúde do homem. Então, continue a leitura e confira mais informações sobre esse assunto!

Existe apenas um tipo de exame de próstata?

Acima de tudo, o exame de próstata é um dos principais aliados no diagnóstico precoce do câncer e outras alterações nessa glândula masculina. Ele deve ser feito anualmente por homens acima dos 50 anos de idade – daí a importância da campanha Novembro Azul.

O mais conhecido exame de próstata é o toque retal, que infelizmente ainda é tabu para muitos homens. Mas existem outras análises que podem ser feitas – e muitas pessoas têm dúvidas sobre como é feito o exame de próstata. Confira mais informações a seguir:

Toque retal

Conforme dissemos, é o exame mais conhecido. É indolor, dura menos de um minuto e tem como objetivo verificar se a próstata está maior ou mais dura do que deveria. Além disso, é possível avaliar se existe algum caroço na glândula. Esse exame é feito no consultório do urologista.

PSA

Esse exame de sangue avalia a quantidade de Antígeno Prostático Específico (PSA) presente no organismo. Essa é uma proteína produzida pela próstata e, em grandes quantidades, pode indicar a presença de inflamação, infecção ou câncer na glândula.

Ultrassom transretal

Avalia o tamanho da próstata e identifica alterações em sua estrutura. No entanto, como é um exame invasivo, não precisa ser realizado anualmente e é indicado nos casos em que há alteração no toque retal e PSA.

Medição do jato de urina

Quando há alterações na próstata, o jato de urina fica mais fraco e lento. Por isso, esse exame é útil nos casos em que o câncer de próstata já foi detectado, para acompanhar o seu desenvolvimento.

Exame de urina de laboratório

O exame PCA3 é específico para avaliar a presença de câncer de próstata – e a agressividade desse tumor. Assim, auxilia na escolha do melhor tratamento para a doença. 

Biópsia

Esse é um exame feito para confirmar as alterações na glândula. Consiste na retirada de um pequeno pedaço de tecido para avaliação em laboratório. Normalmente, o urologista solicita a biópsia juntamente com o ultrassom transretal.

Qual a importância do exame de próstata?

Como dissemos, o exame da próstata é fundamental para acompanhar a saúde do homem. Assim, ele tem como objetivos:

  • Verificar se há alterações na glândula, tais como nódulos, aumento de tamanho ou outros problemas;
  • Acompanhar a evolução do câncer;
  • Indicar o melhor tratamento para a doença.

Neste artigo, falamos sobre os diversos tipos de exame de próstata e como cada um deles é feito. Além disso, ressaltamos a importância desse acompanhamento anual para a manutenção da saúde masculina. Cuidar da saúde também é coisa de homem – e deve acontecer para além do Novembro Azul.

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Qualidade do sono e imunidade: qual a relação?

Você sabe qual é o melhor momento para que o nosso sistema imunológico faça os ajustes necessários para continuar nos protegendo? Se você respondeu durante a noite, acertou! Mais do que oferecer o descanso adequado, a qualidade do sono está intimamente ligada à nossa imunidade.

Neste artigo, vamos explicar como manter a qualidade do sono é importante para fortalecer o nosso sistema imunológico. Além disso, você confere algumas dicas para evitar as noites em claro. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

Como a boa qualidade do sono fortalece a imunidade?

Para algumas pessoas, a relação é óbvia e para outras nem tanto: a qualidade do sono é um dos fatores mais importantes para a nossa imunidade. Isso porque é durante o período de sono que as células de defesa se regeneram e o nosso organismo produz diversos hormônios importantes para o seu funcionamento.

Acima de tudo, durante o dia, toda a energia do nosso corpo está focada nos processos metabólicos que nos permitem realizar atividades como andar, respirar e raciocinar. Por outro lado, durante o sono, todo esse esforço é direcionado para outras funções, como a recuperação do sistema imunológico, por exemplo.

A relação é mútua. O sono ajuda a restabelecer a imunidade e preparar as células de defesa, enquanto o sistema imune participa da indução do sono profundo e da consolidação da memória.

Mas engana-se quem pensa que somente longos períodos de privação de sono podem causar danos para o nosso corpo. De acordo com estudos, poucas noites mal-dormidas já aumentam o risco de infecções virais. Voluntários que dormiam menos de 6 horas apresentaram 4,2 mais chances de se infectar do que aqueles que dormiam pelo menos 7 horas.

Nesse sentido, sono de qualidade é aquele que nos permite acordar descansados – e costuma durar de 7 a 8 horas por noite.

Como dormir melhor?

A seguir, confira nossas dicas de como melhorar a qualidade do sono!

  • Crie uma rotina de sono, com horários definidos para dormir e acordar;
  • Pratique atividades físicas regularmente;
  • Evite consumir estimulantes, especialmente cafeína, até seis horas antes de dormir;
  • Não use aparelhos eletrônicos como celular, computador e televisão antes de dormir;
  • Leia um livro relaxante ao se deitar;
  • Tome um chá de camomila, cidreira ou lavanda antes de se deitar, pois essas ervas têm propriedades calmantes;
  • Mantenha o ambiente escuro e silencioso para dormir;
  • Invista em técnicas de meditação, que ajudam a relaxar o corpo e a mente.

Neste artigo, falamos sobre como a qualidade do sono tem impacto direto na imunidade do nosso organismo. Mais do que nunca, essa é uma comprovação de que os cuidados com a saúde devem ser feitos de forma integral. Tudo está relacionado e, para conquistar mais bem-estar, precisamos olhar para o nosso corpo como um todo.

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