Empatia: acolhendo o outro em seu luto

Infelizmente, a morte é uma das únicas certezas da vida e, cedo ou tarde, todos nós iremos enfrentar a perda de um ente querido. Porém, isso não significa que a dor é a mesma para todas as pessoas. Cada um de nós vivencia o luto de uma forma diferente – e é aí que entra o papel da empatia.

Definida como a capacidade de se colocar no lugar do outro e sentir a sua dor, a empatia é uma habilidade que precisamos exercitar diariamente. Em situações de luto, ela se faz ainda mais necessária, para que possamos validar e acolher alguém que está sofrendo.

Neste artigo, vamos falar sobre como a empatia é uma excelente forma de você ajudar um familiar ou amigo que está passando por uma fase difícil. Continue a leitura e entenda mais sobre esse assunto!

Quando usar a empatia?

A empatia deve ser praticada em praticamente todas as situações de nosso cotidiano. Ela nos dá uma percepção de mundo mais ampla e permite nos conectar de verdade com as pessoas ao nosso redor.

Em negociações, no trabalho, na convivência em família ou com amigos. Certamente, ganhamos muito mais quando descobrimos o que é empatia e conseguimos nos colocar no lugar do outro.

Como seres humanos, sentimos a necessidade de ajudar aqueles com os quais nos importamos. Em situações de luto, isso se torna ainda mais evidente. Isso porque a morte é um tema que afeta todos nós, seja por medo de perder alguém, seja pela consciência da própria mortalidade.

Como agir em situações de luto?

“Não chore, vai passar!”. “Você tem que ser forte agora!”. Esses são dois exemplos de frases que muitas pessoas em processo de luto costumam ouvir. A intenção pode ser boa, mas essas falas acabam por silenciar e abafar a dor, como se não pudéssemos sentir tudo isso.

O significado de empatia é justamente o de aceitar a dor do outro, entendendo que cada um tem um tempo de recuperação. Sem julgamentos e comparações, é preciso se fazer presente, muito mais do que tentar apagar a dor a qualquer custo.

Confira agora algumas atitudes que podem ajudar alguém que está passando pelo luto:

  • Mostre-se disponível, mas respeite o espaço do outro: enquanto algumas pessoas preferem se cercar de amigos, outras precisam ficar sozinhas por um tempo. Esteja por perto, mas respeite os limites.
  • Compartilhe sua experiência sem fazer comparações: “eu sei exatamente o que você está sentindo”. Por melhor que seja a intenção dessa fala, evite usá-la. Cada pessoa sente o luto de uma forma, a dor do outro não é igual à sua.
  • Esteja disposto a ouvir: mesmo que pareça repetitivo, é importante que você se mostre disponível para escutar sobre o luto do outro. Aos poucos, a pessoa irá retomar o interesse por outros assuntos, por isso é fundamental estar por perto para demonstrar que ela não está sozinha.
  • Não tente impor as suas crenças: mesmo que você tenha uma religião que oferece respostas sobre as questões da morte, nem todo mundo tem a mesma fé. Então, evite forçar a barra ou realizar um ritual no qual o enlutado não acredita. Isso pode ser ainda mais desconfortável.

Conte com a Viva Mais Plan

Neste artigo, falamos sobre a importância da empatia para conseguirmos ajudar um amigo ou familiar que está vivendo um momento de luto. Esta é uma situação desafiadora – e sentir a dor do outro também pode ser bastante complicado. Mas é somente com esse esforço que conseguiremos realmente ajudar quem precisa.

A Viva Mais Plan acredita que o luto é uma questão delicada que deve ser vivenciada da forma mais digna possível. Por isso, contamos com planos de assistência funeral que oferecem todo o suporte que sua família precisa nesse momento. Entre em contato conosco para saber mais!

Emergência odontológica: o que fazer nesses casos?

Imagine que você está em casa durante o final de semana e, de repente, começa a sentir uma dor intensa em um dos dentes. Essa é uma situação de emergência odontológica que não pode ser ignorada, por isso você deve procurar um dentista de confiança rapidamente.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é emergência odontológica e o que você deve fazer nessas situações. Continue a leitura e confira nossas dicas sobre esse assunto tão importante!

O que é emergência odontológica?

Uma emergência odontológica é toda situação de dor, desconforto ou sofrimento que tenha origem nos dentes, gengivas, bochechas, língua ou ossos da região. São condições que exigem tratamento imediato, porque representam uma ameaça para a saúde e bem-estar do paciente.

Neste momento, é importante destacar a diferença entre urgência e emergência odontológica. Como dissemos, as emergências são aquelas situações que representam uma ameaça imediata para a saúde, tal como uma fratura ou um sangramento. Por outro lado, a urgência é uma situação que precisa ser resolvida rapidamente, mas que não oferece um risco tão grande.

As cáries, por exemplo, são um exemplo de urgência, pois devem ser removidas o quanto antes para não causar maiores problemas. Porém, não é preciso um atendimento imediato para essa questão, pois sua saúde não está em risco tão grande.

A seguir, confira os principais casos de emergência odontológica:

  • Fraturas nos dentes;
  • Dentes frouxos, principalmente após um acidente;
  • Fraturas na mandíbula;
  • Dor intensa e repentina nos dentes;
  • Trauma nos lábios, língua ou bochechas;
  • Deslocamento de coroa;
  • Objetos ou alimentos presos nos dentes;
  • Abcessos dentários.

O que fazer nesses casos?

Antes de tudo, o primeiro passo é entrar em contato com o seu dentista de confiança e agendar uma consulta de emergência. Mantenha a calma e, enquanto não chega ao local de atendimento, existem algumas ações que você pode fazer para evitar ainda mais problemas. Confira!

  1. Enxágue a boca com água morna;
  2. Em caso de fratura ou queda, lave o dente com água morna para retirar as sujeiras, mas evite esfregar a raiz;
  3. Se o dente que caiu era um dente de leite, coloque-o em um pote com leite ou soro fisiológico. Não tente encaixar de volta na gengiva, pois isso pode danificar o dente permanente logo abaixo.
  4. Com um pano limpo, aplique pressão direta no local com sangramento;
  5. Faça compressas frias no rosto para diminuir a dor e o inchaço;
  6. Não faça compressas diretamente na gengiva ou nos dentes machucados;
  7. Evite tratamentos caseiros e não aplique qualquer pomada ou remédio no local machucado.

O nervosismo diante de situações de emergência e urgência odontológica é algo normal, mas é preciso respirar e buscar ajuda especializada. Somente o dentista saberá como agir nesse momento, avaliando a situação e decidindo quais serão os próximos passos. Em alguns casos, tudo é resolvido na mesma consulta – em outros, é preciso retornar para continuar o tratamento.

Neste artigo, falamos sobre o que é uma emergência odontológica e como agir nesses casos. Acima de tudo, é preciso manter a calma e entrar em contato com o profissional de sua confiança o quanto antes.

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Boas lembranças: como elas ajudam a superar o luto

Uma das situações mais difíceis que podemos enfrentar é o falecimento de um ente querido. A dor da perda pode tomar conta, fazendo com que a gente se isole por um tempo até que consiga retomar o convívio social. Muitas vezes, evitamos pensar sobre a pessoa que se foi, acreditando que assim será melhor. Mas o fato é que as boas lembranças têm um grande poder de cura.

As boas lembranças podem acelerar o processo de luto, nos dando forças para seguir em frente. Neste artigo, vamos falar sobre porque cultivar memórias positivas daqueles que faleceram e como isso pode ajudar a melhorar o nosso estado de espírito. Continue a leitura e confira!

A importância das boas lembranças

Acima de tudo, as boas lembranças são parte de quem nós somos. Cheiros, sons, paisagens: praticamente tudo que nos cerca pode se transformar em memórias afetivas. Afinal, quem nunca comeu um bolo de fubá e lembrou daquela receita de família, que a avó sempre fazia?

É a partir da soma de todas essas experiências que construímos nossa personalidade e construímos laços com aqueles que estão à nossa volta. Além disso, as boas lembranças têm o poder de nos tirar da melancolia, recordando os sentimentos positivos que tivemos em algum momento do passado.

Para criar essas memórias, não tem segredo. É importante viver o presente da melhor forma possível. Outras dicas que podem ajudar nesse sentido são:

  • Dividir as experiências com pessoas que você confia;
  • Participar de eventos sociais, entre amigos e familiares;
  • Valorizar os pequenos momentos, como um café da manhã especial ou o pôr-do-sol;
  • Guardar as recordações, seja em forma de fotos, vídeos ou até mesmo cartas.

Como elas ajudam no processo de luto?

As lembranças boas podem ser especialmente positivas para aqueles que estão passando por uma fase de luto. Muitas vezes, o fato de que a pessoa nunca mais voltará fisicamente pode assustar. Mas isso não significa que ela não pode estar junto de nós, em nossos pensamentos e em nosso coração.

Revisitando aquelas memórias divertidas e emocionantes, podemos sentir que aquele ente querido está novamente ao nosso lado. Isso pode ainda nos ajudar a entender que a pessoa viveu sua vida intensamente, da forma que merecia.

Também é possível viajar no tempo e sentir como se aquele momento estivesse se repetindo. Isso nos ajuda a encontrar forças para aproveitar ao máximo os dias que temos pela frente e enfrentar as situações difíceis que virão.

 

Muitas vezes, pode parecer doloroso “revirar o baú” e buscar as boas lembranças com aqueles que partiram. Muitas pessoas evitam falar ou pensar sobre aqueles que já partiram. Mas é justamente o contrário: as memórias positivas podem fazer mais bem do que mal, nos dando forças para enfrentar o luto.

A Viva Mais Plan acredita que devemos estar preparados para enfrentar as perdas – e falar sobre elas é um dos caminhos mais simples. Contratar um plano funerário também pode ajudar, já que você não precisará se preocupar com questões burocráticas em um momento tão delicado. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos serviços!

Tireoide: sinais de que algo não vai bem

Grande parte das funções do nosso corpo são reguladas por hormônios – e a glândula tireoide é uma das principais responsáveis pela produção dessas substâncias. Órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins são controlados por esses hormônios.

Por isso, quando algo está errado com a tireoide, nosso corpo nos mostra diversos sinais. Muitas vezes, os sintomas são confundidos com outras condições de saúde, então é importante conhecer essas mudanças e consultar um endocrinologista para realizar o diagnóstico.

Neste artigo, vamos falar sobre como a tireoide é importante para a regulação do nosso metabolismo. Além disso, você vai descobrir quais são os sinais de que algo não vai bem com essa glândula. Continue a leitura e confira!

O que é a tireoide?

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta que fica localizada na parte anterior do pescoço. Ela é responsável pela produção dos hormônios T3 e T4, que garantem o desenvolvimento da criança e o bom funcionamento do organismo adulto. Nosso metabolismo, sistema cardiovascular, muscular e cognitivo dependem desses hormônios para funcionar corretamente.

Por isso, os problemas na tireoide podem afetar tanto a nossa qualidade de vida, prejudicando diversos aspectos da nossa saúde. De modo geral, existem dois tipos de disfunção na tireoide:

  • Hipotireoidismo: acontece quando a produção de hormônios é mais baixa do que o normal, causando sintomas como cansaço, perda de memória e facilidade para engordar.
  • Hipertireoidismo: nesse caso, há o excesso da produção de hormônios, o que pode levar à agitação, nervosismo, dificuldade de concentração e emagrecimento repentino.

Sintomas de problemas na tireoide

Os sinais e sintomas de problemas na tireoide são muitos, por isso é importante consultar um endocrinologista para avaliar se realmente há um distúrbio hormonal. Além disso, a presença de apenas um sintoma da lista que vamos mostrar a seguir não caracteriza a alteração na tireoide. Deve-se analisar o conjunto de fatores.

Cansaço extremo

O hipotireoidismo desacelera as funções do corpo e provoca a sensação de fadiga constante. Assim, a pessoa sente um cansaço extremo e falta ânimo para realizar tarefas simples do cotidiano.

Mudanças de humor

Sintomas como irritabilidade, ansiedade e agitação podem surgir quando há produção em excesso de hormônios. Por outro lado, se há pouco hormônio, uma tristeza constante e até depressão podem aparecer.

Dificuldade de concentração

A tireoide também pode afetar o cérebro, causando problemas como dificuldade de concentração, raciocínio e memória.

Alterações de peso

Se a tireoide não funciona corretamente, o metabolismo fica mais lento, diminuindo o gasto de energia e aumentando o peso. Por outro lado, o hipertireoidismo deixa o organismo mais acelerado, levando à perda de peso.

Se a alteração de peso é o único sintoma, é preciso investigar, pois provavelmente não se trata de uma disfunção da tireoide.

 

Existem ainda outros sinais que podem indicar problemas na tireoide, tais como mudanças no funcionamento do intestino, alterações no ciclo menstrual e queda de cabelo. Por isso, reforçamos ainda mais a importância de se consultar um especialista e realizar exames médicos para verificar como anda sua saúde.

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Convivência familiar: como criar bons momentos em família?

Na correria do dia a dia, nossas preocupações acabam se voltando apenas para o trabalho ou para as obrigações domésticas. A convivência familiar acaba ficando de lado e deixa de ser uma prioridade. Mas esse pode ser um erro grave, pois em alguns casos pode ser tarde demais para resolver algum problema ou desavença.

Uma boa convivência familiar é importante para o nosso sentimento de realização pessoal. Nem sempre isso é fácil, mas é preciso superar os desafios para garantir bons momentos com quem mais amamos. Neste artigo, preparamos algumas dicas para te ajudar nesse sentido. Continue a leitura e confira!

Os desafios da convivência familiar

A convivência familiar é um desafio justamente porque cada pessoa é única e tem seu próprio jeito de enxergar e viver a vida. Mesmo aqueles que receberam a mesma criação e os mesmos valores terão pontos de vistas diferentes sobre o mesmo assunto.

O casal pode discordar sobre a melhor forma de educar os filhos, os filhos podem ter divergências sobre como cuidar dos pais idosos. São muitas as situações que podem causar atritos e até mesmo brigas, por isso é preciso exercitar a empatia e adotar algumas regras de boa convivência familiar.

Certamente, cada família terá suas próprias regras e dinâmicas. Mas algumas dicas podem ajudar a iluminar esse caminho. Confira a seguir!

Boas práticas de convivência familiar

Não é fácil criar um ambiente harmônico dentro de casa, em que todos se sintam em um lar, livres para serem quem realmente são. Porém, algumas ações podem ajudar a lidar com as diferenças e viver bons momentos.

Diálogo e escuta

Ter diálogo vai muito além de conversar sobre assuntos triviais. Também envolve falar sobre seus sentimentos, falar sinceramente sobre seus pontos de vista sobre determinado assunto e escutar o que o outro tem a dizer.

Escutar é mais do que simplesmente esperar sua vez de falar, é prestar atenção, se colocar no lugar do outro e se fazer presente. Essa é uma das mais importantes regras de convivência familiar.

Tempo de qualidade

Provavelmente, você já ouviu alguma dica sobre criar momentos juntos, tais como na hora do almoço ou do jantar. Mas isso não significa necessariamente um tempo de qualidade. Para isso, é preciso que todos estejam concentrados naquele momento, dispostos a desfrutar da presença do outro, demonstrando afeto.

Lembre-se de sempre demonstrar o seu carinho e respeito por seus familiares, com atitudes simples que fazem a diferença:

  • Um abraço apertado em dias especiais – ou em dias normais;
  • Uma palavra de conforto em momentos difíceis;
  • Gestos como preparar a comida preferida de alguém.

Perdão e humildade

Enquanto seres humanos, somos cheios de falhas e erros. Até aqueles que mais amamos vão errar – e nós mesmos também. Por isso, é preciso sempre estar disposto a perdoar e a rever as nossas próprias atitudes.

Não se trata de aceitar tudo, mas de aprender a ceder e a evitar discussões desnecessárias. É exercitar a empatia diariamente, para que o convívio seja cada vez mais harmônico.

 

Neste artigo, trouxemos algumas dicas que podem ajudar a melhorar a sua convivência familiar e proporcionar bons momentos com quem mais ama. Nem sempre vai ser fácil, é preciso fazer um certo esforço para superar os desafios. Mas certamente essas ações vão permanecer e tornar sua família mais unida.

A Viva Mais Plan acredita que planejar o amanhã é viver melhor o presente. Por isso, nossos planos de assistência funeral oferecem todo o suporte que você precisa no momento do luto. Entre em contato conosco para saber mais!

Necromaquiagem: para que serve esse serviço?

O velório é um importante ritual em que podemos nos despedir daqueles que amamos. No entanto, a maioria das pessoas não sabe quais são os processos envolvidos na organização do funeral, como a preparação do corpo e a liberação de documentos. A necromaquiagem, por exemplo, é um termo desconhecido.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é a necromaquiagem e qual é a importância dessa técnica para a realização de uma despedida digna. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

O que é necromaquiagem?

A necromaquiagem é um serviço que normalmente é oferecido em conjunto com a tanatopraxia, procedimento que prepara o corpo para o velório e o enterro. Uma vez que o corpo passa por uma série de mudanças depois da morte, o objetivo dessa maquiagem é oferecer mais naturalidade para o falecido.

Imagine que uma pessoa sofreu um acidente e faleceu. Seu corpo e rosto estão cheios de hematomas, então é preciso cobrir essas marcas para não causar um sentimento ainda mais doloroso nos familiares. Desta forma, o necromaquiador atua para amenizar o desconforto daqueles que ficam e oferecer uma despedida mais digna.

Ao verem seu ente querido bem arrumado e com um aspecto saudável e descansado, os familiares terão uma última imagem mais positiva. Dessa forma, o luto torna-se um pouco menos doloroso, porque fica a impressão de que a pessoa amada está descansando, tranquila.

Quais as técnicas utilizadas?

De forma geral, as técnicas utilizadas na necromaquiagem são as mesmas que aquelas aplicadas em pessoas vivas. Normalmente, o processo começa com o uso de um creme hidratante, para evitar que os produtos ressequem a pele.

Além disso, é preciso considerar o tipo de maquiagem que deve ser feita:

  • Corretiva;
  • Natural.

O primeiro tipo é necessário em casos de mortes violentas e acidentais, em que a pessoa possua muitos machucados e marcas visíveis. Por outro lado, a maquiagem natural busca apenas devolver o tom vivo da pele e resgatar a aparência descansada que a pessoa tinha em vida.

Acima de tudo, é preciso entender o que é necromaquiagem para que você saiba como contratar esse tipo de serviço. Por exemplo: se a pessoa que faleceu costumava usar uma cor específica de batom, você pode levar esse produto para ser aplicado.

Se, pelo contrário, a pessoa não costumava usar nada, realizar uma maquiagem muito carregada pode causar um desconforto ainda maior. Então, o ideal é que você leve uma foto da pessoa em vida, para que o profissional reproduza sua aparência da forma mais natural possível.

Conte com a Viva Mais Plan!

Neste artigo, falamos sobre o que é a necromaquiagem e sobre a importância desse serviço para uma despedida tranquila. Trata-se das técnicas utilizadas para deixar a aparência do falecido mais natural, diminuindo o impacto nos familiares e passando a impressão de tranquilidade.

Com a Viva Mais Plan, você conta com serviços como a necromaquiagem, além de outros pontos que podem ajudar sua família a viver um luto mais digno. Entre em contato conosco para saber mais sobre nossos planos funerais!

Reumatologista: o que esse especialista trata?

Certamente você já deve ter ouvido falar em reumatismo, mas você sabe o que faz um médico reumatologista? Mais ainda: você sabia que reumatismo é um termo genérico, utilizado para nos referir a pelo menos 200 doenças diferentes?

O reumatologista é o médico que trata o aparelho locomotor, ou seja, ossos, articulações, cartilagens, músculos, tendões e ligamentos. Neste artigo, vamos falar sobre quais são as doenças reumáticas mais comuns e quando procurar esse especialista. Continue a leitura e confira!

Afinal, o que faz o reumatologista?

Como dissemos, o reumatologista é o médico que trata e contém o avanço de doenças que afetam o sistema locomotor. É importante destacar que essas condições são normalmente inflamatórias, degenerativas, autoimunes, genéticas ou metabólicas. Se, por outro lado, o que houve foi um trauma nos ossos e ligamentos, o ideal é procurar um ortopedista.

Apesar de existirem inúmeras doenças que podem ser tratadas pelo médico reumatologista, um ponto comum é a presença de dor crônica. Essas dores podem levar a limitações e deformidades nos ossos, cartilagens, músculos e ligamentos.

A seguir, confira algumas das doenças reumáticas mais comuns:

  • Osteoartrose: também conhecida como osteoartrite ou simplesmente artrose, essa doença é caracterizada pelo desgaste da cartilagem que reveste as articulações.
  • Artrite reumatóide: doença crônica inflamatória de origem autoimune, que afeta as articulações, principalmente dos pés e mãos.
  • Osteoporose: doença relacionada à perda de massa óssea e que deixa os pacientes mais sujeitos a quedas e fraturas.
  • Fibromialgia: condição que causa uma dor crônica por todo o corpo e que está associada a distúrbios do sono, fadiga e depressão.
  • Gota: causada pelo aumento do ácido úrico no sangue, o que pode levar a dores e inchaço nas articulações. Se não tratada corretamente, pode evoluir para uma artrite deformante.
  • Tendinites: inflamações nos tendões, estruturas que unem os ossos aos músculos. Essa inflamação acontece devido ao uso exagerado ou pela presença de doenças degenerativas. Geralmente, afeta o punho, cotovelo, ombro e calcanhar.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico das doenças reumáticas passa por uma longa conversa com o paciente e pelos exames físicos feitos em consultório. Porém, como as condições tratadas pela reumatologia apresentam sintomas muito parecidos entre si, é preciso realizar uma série de exames específicos.

Desta forma, é muito comum que o reumatologista solicite exames complementares, tanto de laboratório quanto de imagem. Entre os pedidos mais comuns estão: densitometria óssea, radiografia, ultrassom e ressonância magnética.

Após o diagnóstico preciso, o médico avalia os tratamentos mais adequados, com o objetivo de minimizar os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida. Em muitos casos, não existe cura para a doença, mas é possível diminuir os prejuízos causados por ela. Além disso, é possível evitar que o paciente se torne incapaz de realizar suas atividades.

 

Neste artigo, falamos sobre o que faz o reumatologista e quais são as doenças que esse profissional trata. Certamente, existe uma série de outras condições que não citamos ao longo do texto. Por isso, se você sofre com dores constantes, principalmente nos ossos, cartilagens e músculos, o ideal é procurar esse especialista o mais breve possível.

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Qualidade de vida: afinal, o que é e como conquistar?

Muito se fala sobre a busca por mais qualidade de vida, mas você realmente sabe o que significa esse termo? Na verdade, essa definição pode ser bastante pessoal – e não existe uma resposta única para esse questionamento. Mas, de forma geral, existem alguns pontos em comum, que vamos destacar durante este artigo.

Então, se você quer descobrir o que é qualidade de vida e como conquistar essa meta, continue a leitura! Neste artigo, vamos mostrar algumas atitudes que podem te ajudar a entender mais sobre esse assunto tão importante. Confira!

Afinal, o que é ter qualidade de vida?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, qualidade de vida é o conjunto de aspectos relacionados à autoestima e bem-estar pessoal. Acima de tudo, esse conceito vai muito além da saúde física e financeira – está relacionado também ao emocional, social, espiritual e profissional.

Na teoria, é fácil entender o que é qualidade de vida. Por outro lado, na prática, nem sempre conseguimos visualizar como esse conceito se aplica em nosso cotidiano. A definição mais simples pode ser a noção de equilíbrio entre todas as áreas de nossa vida.

Trata-se da busca pela satisfação pessoal. Afinal, sobreviver é bastante diferente de se sentir feliz e realizado. É claro que precisamos cumprir nossas necessidades básicas, mas podemos e devemos ir além disso. Lidar com as responsabilidades e garantir momentos de diversão também faz parte dessa busca.

Relação entre saúde e qualidade de vida

Para a maioria das pessoas, saúde e qualidade de vida podem ser entendidas como sinônimos. Essa compreensão não está errada, mas é preciso ampliar o conceito de saúde. Não se trata apenas da ausência de doenças, é preciso cuidar de nós mesmos como um todo:

  • Prezar pela saúde do nosso organismo;
  • Priorizar os cuidados com a saúde mental;
  • Manter bons níveis de autoestima e sentimentos de realização pessoal;
  • Construir boas relações sociais, principalmente com a família.

Esses dois conceitos andam sempre de mãos dadas. Sem qualidade de vida, torna-se mais difícil nos mantermos com saúde. Por outro lado, sem saúde, não conseguimos agir para conquistar os objetivos que nos trazem qualidade de vida.

Então, manter hábitos saudáveis como prática de exercícios físicos, alimentação equilibrada e bons relacionamentos pode nos ajudar a caminhar nessa direção. Quando falamos em proporcionar qualidade de vida para nossa família, esse conceito vai ainda mais além.

Dedicar um tempo para a convivência, fazer viagens juntos, manter um diálogo honesto e focar na prevenção ao invés de esperar que as coisas aconteçam. Essas são formas importantes de criar um ambiente familiar agradável.

Conte com a Viva Mais Plan!

Neste artigo, falamos sobre a importância da busca pela qualidade de vida, além de definir em linhas gerais o que significa esse termo tão amplo. De forma geral, a prevenção é uma das palavras-chave para conquistar mais saúde e bem-estar. Afinal, precisamos planejar o amanhã para viver melhor o presente.

Os planos de assistência funeral da Viva Mais Plan oferecem todo o suporte que sua família precisa no momento de luto. Entre em contato conosco e descubra como nossos serviços podem te ajudar a ter mais conforto e tranquilidade!

Envelhecimento saudável: conheça algumas atitudes simples

Viver por mais tempo tem deixado de ser apenas um objetivo, trata-se de uma realidade por todo o mundo. A expectativa de vida tem aumentado, mas não basta apenas viver mais: é preciso buscar um envelhecimento saudável.

O envelhecimento saudável é importante para garantir que a terceira idade seja aproveitada com saúde, autonomia e qualidade de vida. Neste artigo, preparamos algumas dicas com atitudes simples para que você possa envelhecer bem – e que podem ser colocadas em prática agora mesmo. Continue a leitura e confira!

O envelhecimento saudável começa agora!

Como dissemos, o envelhecimento saudável é uma meta da maioria das pessoas. Mas para conquistar esse objetivo, precisamos realizar mudanças em nosso estilo de vida desde já. Aqui, a prevenção e o planejamento são fundamentais.

Então, confira nossas dicas a seguir e descubra como envelhecer bem!

Cuide do corpo e da mente

Não tem segredo: se você quer ser um idoso saudável e ativo, é importante movimentar o corpo desde já. Praticar atividades físicas de forma regular ajuda na resistência do coração e combate doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Além disso, auxilia na questão motora, que vai diminuindo com a idade.

Mas não é preciso correr uma maratona para ser saudável, apenas 30 minutos de caminhada por dia já é o suficiente. O mesmo vale para os cuidados com a mente, com jogos de palavra-cruzada e quebra-cabeças para estimular a memória e o raciocínio. Manter a mente ativa ajuda a prevenir doenças como Parkinson e Alzheimer.

Mantenha uma alimentação saudável

Manter uma dieta equilibrada também é uma recomendação que todos já conhecemos, mas nem sempre aplicamos no dia a dia. Evitar alimentos muito processados, gordurosos ou com excesso de sal e açúcar já representa um grande passo rumo à longevidade.

Por outro lado, também precisamos aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes, especialmente os orgânicos. Esses alimentos são mais saborosos e nutritivos, além de serem livres de agrotóxicos e fertilizantes químicos.

Tenha uma vida social ativa

Outra maneira de envelhecer bem é cultivar bons relacionamentos. Somos seres sociais e o convívio com outras pessoas é fundamental para a nossa saúde mental e emocional. O contato com o outro, o carinho e a diversão podem nos ajudar a ter uma velhice com mais qualidade de vida.

Em tempos de pandemia, em que o isolamento é uma das formas de controle da Covid-19, esse tem sido um grande desafio. Por isso, é importante se reinventar e encontrar formas seguras de se manter conectado com quem você ama. Seja através de ligações ou vídeos, o importante é estar perto, mesmo longe.

 

Acima de tudo, pensar em um envelhecimento saudável é planejar o amanhã para viver melhor o presente. Por isso, cuidar da saúde física, emocional e social são as dicas mais importantes para quem quer viver muitos anos com bem-estar.

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Síndrome do ovário policístico: entenda mais sobre essa condição

Entre as condições que podem afetar as mulheres em sua fase reprodutiva está a síndrome do ovário policístico. Esse é um distúrbio hormonal bastante comum, caracterizado pela alta produção de hormônios masculinos e presença de microcistos no ovário.

A síndrome do ovário policístico (SOP) atinge de 5 a 10% das mulheres e pode causar diversas alterações no corpo e saúde. Neste artigo, vamos falar sobre os sintomas que podem indicar a presença de SOP e quais são os tratamentos disponíveis. Continue a leitura e confira!

Quais os sintomas da síndrome do ovário policístico?

A síndrome do ovário policístico é uma doença que pode afetar a produção e o amadurecimento dos óvulos. Quando essa célula reprodutiva não se desenvolve como deveria, acaba endurecendo e ficando na região. Essa “aglomeração” de cistos, somada à alta produção de hormônios masculinos, pode causar diversas consequências.

A mais conhecida delas é a alteração no ciclo menstrual, mas existem outros sintomas de ovário policístico:

  • Aumento de pelos no rosto, seios e abdômen;
  • Aumento da oleosidade da pele;
  • Maior tendência à acne;
  • Ganho de peso;
  • Queda de cabelo;
  • Dificuldade para engravidar.

Caso identifique pelo menos dois desses sintomas, é importante consultar o ginecologista para fazer uma avaliação completa. Normalmente, o diagnóstico é feito através de exames de sangue (dosagem hormonal) e ultrassom transvaginal, em conjunto com o exame clínico.

Como é feito o tratamento?

Os tratamentos para síndrome do ovário policístico dependem da gravidade do caso. De modo geral, um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos ajuda a diminuir os fatores de risco como obesidade e diabetes.

Por outro lado, é preciso ter em mente que essa síndrome não tem cura. Além disso, os ovários policísticos podem causar problemas graves de saúde, tais como diabetes, ataques cardíacos, câncer do endométrio, ansiedade e depressão. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Os tratamentos mais utilizados para a SOP são:

  • Anticoncepcionais orais: para as mulheres que não desejam engravidar, esse é o tratamento mais comum. Não há uma pílula específica para esse caso, mas algumas podem ajudar a controlar os sintomas de aumento de pelos, acne e irregularidade menstrual.
  • Cirurgia: é feita apenas nos casos muito graves, já que o uso do tratamento hormonal tem se mostrado bastante efetivo.
  • Remédios para controle da diabetes: se a síndrome estiver relacionada à resistência à insulina, esses medicamentos podem ajudar.
  • Indução da ovulação: essa abordagem é feita apenas se a mulher deseja engravidar, não sem antes investigar outras causas de infertilidade.
  • Dieta e atividade física: como dissemos, uma vida saudável ajuda a controlar os sintomas e a afastar os fatores de risco.

 

Neste artigo, falamos sobre a síndrome do ovário policístico, porquê ela surge e quais os tratamentos mais adequados. Acima de tudo, é preciso realizar consultas periódicas com o ginecologista, para verificar a sua saúde reprodutiva.

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