Medo de morrer: dicas para superar

Em nossa cultura, a morte ainda é um assunto cheio de tabus. Ainda que essa seja uma das únicas certezas da vida, muitas pessoas têm medo de morrer. Isso é natural, afinal estamos falando de um grande desconhecido: não sabemos o que acontece depois que falecemos.

Quando o medo de morrer se torna muito grande e acaba afetando sua qualidade de vida, é hora de ressignificar esse acontecimento. Não se trata de fingir que esse medo não existe, mas sim de entender de onde ele vem e como podemos lidar melhor com ele.

Neste artigo, vamos falar sobre como o medo de morrer é comum em nossa sociedade e dar dicas de como você pode superar esse temor. Então, continue a leitura e confira!

Quando o medo da morte vira fobia

Quando o medo da morte se torna incapacitante, gerando muita ansiedade e pavor, pode ser que você esteja sofrendo de tanatofobia. Esse é o termo que indica o medo excessivo da morte – e a pessoa passa a evitar falar ou pensar sobre o assunto.

Como dissemos, até certo ponto é normal ter medo de morrer ou perder um ente querido. Assim, você evita colocar a si mesmo e os outros em risco. Mas se o medo de deixar de existir ou de se decompor toma conta da sua vida, é hora de acender o alerta. Procure ajuda profissional, um psicólogo saberá te ajudar a lidar melhor com essas questões.

Com bastante dedicação, é possível superar a tanatofobia e vencer os bloqueios que te impedem de viver uma vida plena e feliz, sem tanto medo do fim.

Dicas para superar o medo de morrer

Mas, afinal, como não ter medo da morte? Esse é um grande questionamento, para o qual trouxemos algumas respostas simples que podem te ajudar. Confira!

  1. Entenda o seu medo: de onde ele vem? Por que a noção da finitude te causa tanto desconforto? Invista em autoconhecimento e descubra as razões para o seu medo de morrer.
  2. Aceite seu medo: está tudo bem se sentir ansioso ao falar sobre o tema. Acolha esses sentimentos e entenda que eles são normais, desde que não afetem a sua qualidade de vida.
  3. Entenda o processo da morte: você tem medo de sofrer na hora da morte? A ciência já descobriu que o nosso cérebro libera substâncias que indicam ao nosso organismo que está tudo bem, nos momentos finais. Em outras palavras, a nossa consciência protege a si mesma de sofrer na hora da morte.
  4. Viva um dia de cada vez: tente aproveitar cada experiência, sem se preocupar em como será seu último dia aqui na Terra. Permita-se viver bons momentos ao lado de quem mais gosta, assim você vai entender que o amor pela vida é maior do que o medo de morrer.
  5. Tenha bons hábitos de saúde: afinal, tem forma melhor do que viver plenamente? Se alimente bem, pratique exercícios físicos, cuide da sua mente e encontre um sentido para sua existência.

Neste artigo, trouxemos algumas dicas para você superar o medo de morrer. Acima de tudo, é preciso entender que esse é um acontecimento natural e que a morte faz parte do ciclo da vida.

A Viva Mais Plan acredita que planejar o amanhã é viver melhor o presente. Por isso, contamos com planos de assistência funeral que oferecem todo o suporte que sua família precisa no momento do luto. Entre em contato conosco para saber mais!

Por que viver o luto e enfrentar a dor da perda?

Perder um ente querido é um dos momentos mais dolorosos da vida de uma pessoa. Lidar com a morte pode nos trazer um sentimento de tristeza profunda, que se mistura com a saudade e as lembranças daquela pessoa. Por mais difícil que possa parecer, é preciso viver o luto em sua totalidade, para que possamos superar a dor da perda.

Diante da dor, muitas pessoas se negam a viver o luto e escondem seus sentimentos, como se nada tivesse acontecido. Mas tal como uma ferida aberta que, se não for cuidada, pode infeccionar e cicatrizar, precisamos enfrentar esse processo.

Neste artigo, vamos falar sobre como viver o luto é importante para nos tornar capazes de voltar a viver depois de uma perda. Continue a leitura e confira nossas dicas sobre esse tema tão delicado!

O que é o luto?

O luto é uma reação a uma perda importante. É um processo que tem início no momento da perda e vai até a elaboração do sofrimento e retorno à vida normal. Durante essa fase, a pessoa vive em uma espécie de “mundo paralelo”, até que consiga se conectar com o mundo novamente.

Não necessariamente o luto acontece após a morte de alguém. Após o término de um relacionamento ou o fim de uma carreira, por exemplo, as pessoas também podem iniciar um processo de luto.

Não existe um manual de como viver o luto: cada pessoa lida com as perdas de uma forma muito particular. Mas, de forma geral, existem algumas fases comuns: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Para chegar à superação, é preciso atravessar cada uma dessas etapas.

Como e por que viver o luto?

Participar dos rituais de despedida, desapegar de objetos daqueles que faleceram e respeitar os seus momentos de solidão. Essas são algumas dicas para aprender a lidar com as perdas e reorganizar nossas vidas. Acima de tudo, é preciso viver o luto para não viver de luto.

A seguir, confira a importância de se conectar com suas emoções e vivenciar essa fase.

  • Você consegue reconstruir e reorganizar sua vida, entendendo como pode seguir em frente sem a presença daquela pessoa.
  • Você entende a sua força interior, apesar de parecer que não temos capacidade para lidar com a perda. Quando você se permite passar por essa fase, acaba entendendo que é mais forte do que imaginava.
  • Você entende mais sobre o ciclo da vida, adquirindo mais maturidade para lidar com os obstáculos que vão aparecer pelo caminho.
  • Você consegue lembrar com carinho daquele que partiu, afinal, você não evita falar ou pensar sobre o assunto. É importante manter vivas as memórias daqueles que faleceram.
  • Você consegue ser mais empático com aqueles que estão passando por uma fase de luto, porque sabe como esse processo é importante.
  • Você chega à aceitação, entendendo que superar a morte não é esquecer a pessoa que se foi. Aceitar é, primeiramente, entender e seguir em frente.

Conte com a Viva Mais Plan

A Viva Mais Plan acredita que planejar o amanhã é aproveitar melhor o presente. Por isso, aprender a lidar com as perdas e viver o luto é fundamental para que possamos ter uma vida com mais significado.

Entre em contato conosco e saiba como nossos planos de assistência funeral podem ajudar você e sua família nesse momento tão delicado!

Cinzas de cremação: o que fazer?

Depois do funeral, muitos familiares têm dúvidas sobre o que fazer com as cinzas de cremação. Afinal, existem muitos locais em que elas podem ser guardadas ou espalhadas: na natureza ou no quintal de casa, no cemitério ou em uma jóia.

Acima de tudo, essa é uma grande decisão, que pode trazer certa insegurança. Então, neste artigo trouxemos algumas dicas sobre o que fazer com as cinzas de cremação e dar um novo significado à partida do seu ente querido. Continue a leitura e confira!

Como é feito o tratamento das cinzas de cremação?

Como já explicamos em um artigo anterior, as cinzas de cremação são resultado de um procedimento complexo que envolve câmaras de altíssimas temperaturas. Nos crematórios, o fogo atinge a marca de 1.200 graus, enquanto nos fornos convencionais a temperatura não passa de 300 graus.

Um corpo de cerca de 70 quilos se transforma em 1 quilo de cinzas. Depois, esse pó passa por um ímã para retirar restos de metais e, finalmente, por um triturador que deixa as partículas em tamanhos uniformes.

Depois desse tratamento, os restos mortais são entregues à família. E aí, surge a dúvida: afinal, o que fazer com as cinzas da cremação?

Opções para as cinzas de cremação

Existem diversas alternativas sobre o que fazer com as cinzas humanas após a cremação. Algumas pessoas apostam no simbolismo para escolher o melhor destino para seu ente querido, enquanto outras preferem deixá-las em um cinerário.

A seguir, confira algumas opções interessantes:

  • Espalhar em um local importante para o falecido: esse gesto busca deixar a pessoa para sempre ali. Pode ser um parque, um estádio de futebol ou uma praça, por exemplo.
  • Transformar em uma joia: desde as mais simples até as mais luxuosas, é possível carregar as cinzas em um acessório como pingentes, resinas ou diamantes.
  • Encomendar uma obra de arte: alguns artistas utilizam as cinzas como matéria-prima para criar desenhos, pinturas e esculturas.
  • Criar uma ampulheta: quer um símbolo melhor da passagem do tempo do que uma ampulheta feita com as cinzas daquele que partiu?
  • Manter em um local sagrado: você pode escolher uma urna para cinzas humanas e deixá-la em um templo ou em um cinerário.
  • Transformar as cinzas em árvore: com as urnas biodegradáveis, as cinzas podem virar adubo para o crescimento de uma planta. Esse é mais um símbolo do ciclo da vida.
  • Espalhar no mar: se a pessoa adorava o mar, espalhar as suas cinzas neste local pode ser bastante significativo, principalmente pela simbologia de liberdade que ele traz.

Conte com a Viva Mais Plan

Seja qual for o destino que você deseja dar para as cinzas de cremação de seu ente querido, essa é uma decisão bastante especial. Por isso, é preciso se planejar para o momento do luto e para lidar com as perdas de forma saudável.

A Viva Mais Plan conta com planos de assistência que oferecem todos os serviços funerários que sua família precisa nessa situação. Se você optar pela cremação, também será contemplado por nossos planos. Entre em contato conosco para saber mais!

EQM – Experiência de quase morte: o que dizem os relatos?

Graças à tecnologia e à evolução da medicina, quando o coração para de bater, não significa que a pessoa está definitivamente morta. É nesse breve momento que a pessoa pode ter uma experiência de quase morte (EQM), instantes antes de ser reanimada.

Neste artigo, vamos falar sobre como acontece a EQM, quais são as semelhanças entre os relatos – e o que diz a ciência sobre esses fatos. Então, continue a leitura e confira mais sobre esse assunto tão interessante!

O que é uma EQM (experiência de quase morte)?

Uma EQM é quando a pessoa se vê viva após ser considerada clinicamente morta. Dessa forma, ela acontece durante o tempo em que o coração pára de bombear sangue e o cérebro se “desliga”. Esse tempo é breve e, após 10 minutos sem receber sangue, as células do cérebro morrem e a pessoa é tida como morta.

Durante esse período, nada impede que a pessoa tenha experiências em que ainda se vê viva. Acima de tudo, é uma consciência transcendental, que vai além do que a ciência consegue explicar. Aliás, esse é um tema bastante controverso no meio científico, como vamos explicar mais à frente.

Quais são as semelhanças entre os relatos?

Pesquisadores afirmam que existe um padrão nas vivências das pessoas que viveram uma experiência de quase morte. Pacientes que tiveram essa consciência transcendental relatam alguns acontecimentos em comum, tais como:

  • Projeção do corpo: sensação de se ver fora do corpo, enxergando tudo o que acontece à sua volta.
  • Movimento em um túnel: a pessoa sente que atravessa um túnel sem começo ou fim, que a leva a outra dimensão.
  • Visão de luz: sensação de ser atraído por uma luz branca, dourada ou refletida.
  • Sensação de paz e serenidade: a pessoa se sente em paz, sem medo da morte.
  • Encontro com pessoas falecidas: sejam elas conhecidas ou não, além de entidades e seres de luz.

O que a ciência diz sobre as EQM

Como dissemos, a ciência tem opiniões conflitantes quando o assunto é quase morte. Afinal, há uma certa dificuldade para acreditar na possibilidade de vida após a morte. Mas cerca de 15% dos pacientes que sobreviveram a uma parada cardíaca relataram EQM – um número muito significativo para ignorar.

Algumas explicações para essas experiências têm origem na neuroquímica do próprio cérebro. Assim, segundo os cientistas, as EQM nada mais são do que estímulos de neurotransmissores como endorfina e outros hormônios, que oferecem a sensação de alívio da dor e estresse.

De acordo com os estudos, o cérebro se torna muito mais ativo (as chamadas ondas cerebrais) no momento da morte. Assim, a consciência se eleva e a pessoa pode ter alucinações. O baixo nível de oxigênio, causado pela ausência de batimentos cardíacos, também contribui para algumas características das experiências de quase morte.

A vida depois de uma EQM

Seja qual for a explicação (científica ou espiritual) para as EQM, o fato é que a maioria das pessoas que tiveram essa vivência voltam diferentes. Elas retornam desprendidas em relação ao mundo material, entendendo que a vida vai além de símbolos de status e dinheiro.

Além disso, o medo de morrer também quase desaparece – e a pessoa passa a viver a vida em todo o seu potencial. Com a consciência da finitude, torna-se mais fácil aproveitar o hoje.

Neste artigo, falamos sobre como acontecem as EQM (experiências de quase morte) e quais são as suas características. Por isso, qualquer que seja a explicação para esses eventos, eles existem e podem nos ensinar muitas coisas.

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Declaração de vontade: conheça o documento que autoriza a cremação

Cada vez mais pessoas têm optado pela cremação como forma de despedida. Mas esse é um processo que envolve certa burocracia. Com a declaração de vontade, por outro lado, tudo se torna mais simples e você garante o respeito aos seus desejos finais.

Neste artigo, vamos explicar o que é a declaração de vontade, para que ela serve e como emitir esse documento tão importante. Continue a leitura e confira mais sobre o assunto!

O que é declaração de vontade?

Acima de tudo, a declaração de vontade é o documento onde são registrados os desejos pós-morte de uma pessoa. É através dessa declaração que a pessoa expressa sua vontade de ser cremada após o seu falecimento, bem como registra que deseja doar seus órgãos.

Esse é o documento que garante que seus familiares respeitem seus últimos desejos e seus direitos. Para isso, é preciso registrar a declaração de última vontade em um cartório. Funciona da seguinte forma:

  1. Vá até o Cartório de Títulos e Documentos de sua cidade;
  2. Apresente seus documentos de identificação;
  3. Declare sua vontade diante de um tabelião ou escrivão público;
  4. Obtenha a assinatura de três testemunhas;
  5. Entregue o documento para um parente de primeiro grau (pai, filho, cônjuge), para que ele possa apresentá-lo na hora do seu falecimento.

E se eu não fizer a declaração de vontade?

Nesse caso, quem decidirá o que fazer com o seu corpo será a sua família. Por isso, é sempre muito importante conversar com seus familiares próximos sobre o seu desejo de ser cremado. Porém, mesmo que deixe claro suas intenções, você correrá o risco de que elas não sejam respeitadas.

É importante destacar que a cremação só pode ser feita com a apresentação da declaração de vontade em vida ou com a autorização da família. Para isso, é preciso ter um atestado de óbito reconhecido por um ou dois médicos. Nos casos de morte violenta, a cremação só pode acontecer com autorização judicial.

Além da declaração de vontade, o que fazer?

Antes de mais nada, a primeira coisa que você deve fazer é conversar com seus familiares sobre o seu desejo de ser cremado. Isso é fundamental para que tudo esteja bem esclarecido e sua família não seja pega de surpresa no momento da sua morte. Afinal, cabe aos seus parentes de primeiro grau decidirem pela cremação ou sepultamento.

Com a declaração de vontade em mãos, você pode entregar o documento para alguém de sua confiança, garantindo o cumprimento de seus últimos desejos.

A importância de se planejar para o luto

Também chamado de testamento vital, essa é apenas mais uma das diversas formas de nos prepararmos para a morte. Apesar de ainda ser um tabu, esse é um assunto fundamental.

Contratar um plano de assistência funeral ou assinar uma declaração de vontade demonstra preocupação com aqueles que ficam. Essas são formas de proporcionar mais tranquilidade e conforto emocional em um momento tão delicado.

Entre em contato conosco e descubra como a Viva Mais Plan pode te ajudar a planejar o amanhã e viver melhor o presente!

Preparação do corpo pós-morte: quais são as técnicas?

Uma das etapas mais importantes de um funeral é a preparação do corpo pós-morte. Afinal, são as técnicas empregadas nesse momento que garantem uma despedida segura para os familiares, além de oferecer dignidade para o falecido.

Neste artigo, vamos falar sobre as principais técnicas de preparação do corpo pós-morte e explicar qual a importância desse processo para os familiares presentes no velório. Então, continue a leitura e confira!

Por que fazer a preparação do corpo pós-morte?

A preparação do corpo pós-morte é um trabalho que muitas vezes passa despercebido, principalmente por aquelas pessoas que estão sofrendo pela perda de seu ente querido. Na verdade, é esse o objetivo desse serviço funerário: deixar o corpo do falecido mais próximo de sua aparência natural, antes da morte.

O processo de decomposição do corpo humano começa imediatamente depois da morte – e seus efeitos podem ser bastante desagradáveis. É por isso que precisa haver a preparação de corpo na funerária. Sem isso, seria impossível realizar uma despedida digna.

Quais são as etapas de preparação do corpo?

Existem algumas etapas para o preparo do corpo pós-morte. Primeiramente, se a pessoa faleceu em um hospital, a equipe de enfermagem dá início a esses cuidados. Além de desligar os aparelhos, remover fluidos corporais e fazer uma breve desinfecção do corpo, é o enfermeiro que leva o corpo para o serviço de encaminhamento.

Assim, ao chegar na funerária, começa o preparo do corpo para o velório. Confira a seguir algumas etapas importantes:

  1. Higienização: para eliminar bactérias e diminuir os riscos para as pessoas presentes no velório, o corpo passa por uma desinfecção. Além disso, nesse momento também são retirados os pelos do corpo, permanecendo apenas os cabelos, cílios e sobrancelhas.
  2. Tanatopraxia: consiste na remoção dos fluidos corporais e substituição por uma solução de formol, para conservar o corpo por mais tempo.
  3. Preparação da face: os olhos são fechados e colados com um gel adesivo, além de se utilizar técnicas para evitar que eles afundem no rosto. Os lábios também são mantidos fechados.
  4. Arrumação: depois de preparar a face, os cabelos são lavados, enxaguados e cortados. Então, os profissionais vestem o corpo com as roupas disponibilizadas pela família.
  5. Necromaquiagem: a última etapa é a maquiagem, que tem como objetivo cobrir imperfeições e manter a aparência serena do falecido.

Conte com a Viva Mais Plan

A preparação do corpo é feita em diversas etapas, que podem durar cerca de quatro horas. Acima de tudo, conhecer um pouco sobre esse processo pode ser importante para evitar transtornos ainda maiores no momento do luto.

Quando sofremos uma perda, lidar com a dor do luto e resolver questões burocráticas ao mesmo tempo pode ser desafiador. Por isso, entender como é feita a preparação do corpo pós-morte nos ajuda a entender a situação de forma mais tranquila.

Conte com a Viva Mais Plan para cuidar de todos os aspectos do funeral e do sepultamento de seu ente querido. Entre em contato conosco para saber mais sobre nossos planos de assistência funeral!

Agente funerário: quais são as funções desse profissional?

Lidar com a morte é sempre um desafio, ainda mais quando existem questões burocráticas a serem resolvidas. Felizmente, existem profissionais capacitados para atuar nesse segmento com muito respeito, ética e controle emocional. É o caso do agente funerário, fundamental para ajudar as famílias nesse momento tão delicado.

Neste artigo, vamos falar sobre as funções de um agente funerário e como o trabalho desse profissional é importante para oferecer o apoio no momento do luto. Então, continue a leitura e confira!

O que é um agente funerário?

O agente funerário é o profissional responsável por organizar o funeral e organizar os documentos necessários. Acima de tudo, para lidar com a morte todos os dias, essa pessoa precisa ter habilidades como empatia, ética e transparência.

A seguir, confira o que faz um agente funerário:

  • Remoção e preparação do corpo;
  • Substituição dos fluidos naturais por líquidos conservantes;
  • Ornamentar as salas de velório;
  • Acolher os familiares;
  • Auxiliar nos serviços administrativos, inclusive com os registros de óbitos;
  • Conduzir o sepultamento.

Como você deve ter percebido, o agente funerário deve ter uma série de conhecimentos específicos. A tanatopraxia, ou seja, a técnica de preparação e conservação do corpo, é uma dessas habilidades – mas suas funções não se resumem a isso.

De modo geral, é esse profissional que cuida de todos os detalhes do funeral e do sepultamento. Assim, questões como a escolha do tipo de caixão, o modo de preparação do corpo e as burocracias para o sepultamento fazem parte do seu trabalho.

O que é preciso para ser um agente funerário?

Depois de entender o que um agente funerário faz, é preciso entender o que é preciso para se tornar um profissional da área. Como existem diversos conhecimentos técnicos envolvidos, é preciso realizar cursos específicos para atuar nesse setor.

Também é preciso conhecer um pouco sobre legislação, já que cada município tem suas próprias regras sobre a realização de funerais e sepultamentos. Além disso, existem algumas características importantes para um bom agente funerário:

  • Preparo emocional, já que irá lidar diariamente com a morte e com o luto;
  • Empatia, para saber escolher as melhores palavras;
  • Postura;
  • Ética e transparência;
  • Bom senso;
  • Paciência;
  • Conhecimentos técnicos específicos.

Além disso, é importante destacar que os agentes funerários recebem adicional por insalubridade, especialmente se atuam na preparação dos corpos.

Conte com a Viva Mais Plan

Quando uma pessoa falece, existe uma série de questões burocráticas envolvidas na realização do funeral e do sepultamento. A maioria das pessoas desconhece esses processos, o que torna o momento ainda mais doloroso e complicado. Por isso, contar com o auxílio de um profissional especializado pode fazer a diferença.

Neste artigo, falamos sobre como o agente funerário atua para tornar a situação mais tranquila para os familiares. Acima de tudo, aqueles que ficam merecem viver um luto digno – e esse é o papel desses profissionais!

Entre em contato conosco e descubra como nossos planos de assistência funeral podem oferecer o apoio que sua família precisa no momento do luto!

Velório online: entenda como funciona

Durante a pandemia do novo coronavírus, a tecnologia tem sido a principal forma de contornar a solidão trazida pelas medidas de isolamento social. Mais do que isso, ela tem apresentado outras possibilidades, como é o caso do velório online.

O velório online permite que familiares e amigos distantes participem da cerimônia de despedida de um ente querido. Esse recurso começou a se popularizar na pandemia, mas parece que veio para ficar. Continue a leitura e entenda mais sobre o assunto!

Qual a importância do funeral?

Como dissemos, o velório online é uma alternativa para que parentes e amigos possam se despedir daqueles que amam. As cerimônias e rituais fúnebres são importantes para o processo de luto, porque permite que a pessoa enfrente e lide melhor com a perda.

Devido às restrições da pandemia, o número de pessoas presentes no funeral e no enterro deve ser reduzido – no máximo 10 familiares. Por isso, o velório virtual tem sido uma solução importante para aqueles que não podem ir até o local.

Para os familiares próximos, essa é uma forma de oferecer apoio em um momento de dor e sofrimento. Mais do que nunca, em situações de luto, precisamos entender que não estamos sozinhos e que podemos contar com o suporte de quem amamos.

Como acontece um velório online?

Apesar de oferecer a possibilidade de mais familiares e amigos participarem da cerimônia, o velório online ao vivo não é aberto para qualquer pessoa. O acesso é definido pela família próxima, que compartilha o login e a senha da sala de velório com quem desejar.

Funciona da seguinte forma:

  • Uma câmera é instalada na sala de velório e as imagens são transmitidas a partir do início da cerimônia até o seu encerramento;
  • Para oferecer mais tranquilidade e privacidade para a família, a transmissão é restrita. Assim, somente usuários com acesso ao login e senha podem entrar na sala online;
  • Em algumas salas, é possível inclusive escrever mensagens de pesar, como no tradicional livro de presença.

É importante ressaltar que as imagens do funeral não ficam salvas: apenas as pessoas que estão presentes ao vivo podem participar. Com o fim da cerimônia, o acesso também se encerra.

Conte com os serviços funerários da Viva Mais Plan

A pandemia transformou muitos aspectos de nossas vidas. Acima de tudo, pudemos entender a fragilidade de nossa existência e a importância de cuidar da saúde. Mais do que nunca, compreendemos que planejar o amanhã é a melhor forma de viver o presente.

Nesse sentido, os planos de assistência funeral são fundamentais para oferecer tranquilidade e conforto para sua família. É preciso se preparar para enfrentar os momentos de luto – e contar com o suporte de uma empresa especializada pode fazer a diferença. Sem ter que se preocupar com burocracias e outras questões, torna-se menos doloroso lidar com a perda.

Neste artigo, falamos sobre como funciona um velório online e qual a importância dessa cerimônia para os familiares. Se fazer presente, mesmo que virtualmente, ajuda no processo de cura daqueles que ficam.
Entre em contato com a Viva Mais Plan e descubra como nossos serviços podem ajudar nesse sentido!

Exumação do corpo: como funciona esse processo?

Você sabia que após o período de três a cinco anos é preciso realizar a exumação do corpo, principalmente em cemitérios públicos? Ainda, você sabia que em alguns casos é preciso exumar o corpo antes desse tempo, como parte de investigações criminais?

Neste artigo, vamos falar sobre como é feita a exumação do corpo e quais são as situações em que esse procedimento é necessário. Continue a leitura e entenda mais sobre esse assunto tão importante!

O que é exumação?

Antes de mais nada, é preciso explicar o que significa exumação. De acordo com o dicionário, exumação do corpo é o ato ou efeito de exumar, ou seja, desenterrar um cadáver de sua sepultura. São diversos os motivos para realizar esse processo: desde questões pessoais e familiares até investigações policiais.

Nos cemitérios públicos, em que existem problemas de superlotação, existe um prazo para que o corpo permaneça em jazigo temporário. Normalmente, após três ou cinco anos, quando o processo de decomposição já está quase concluído, é preciso realizar a exumação de cadáver para dar espaço para outras pessoas.

Nos casos de morte suspeita, em que é preciso confirmar a causa do óbito, a polícia pode solicitar a exumação. Para realizar testes de DNA para confirmação de paternidade, também é necessário desenterrar o corpo.

Por fim, se a família deseja transferir o corpo para outro cemitério, é preciso contar com esse serviço de exumação.

Como é feita a exumação do corpo?

Depois de entender o que é exumar um corpo, é hora de explicar como esse processo é feito. Primeiramente, é preciso destacar que existem questões burocráticas e jurídicas envolvidas – e que devem ser respeitadas.
A seguir, confira os passos para a exumação do corpo!

  1. Apresentar os documentos para a Secretaria Municipal, além do requerimento de exumação fornecido pelo cemitério.
  2. Identificar a sepultura, para se certificar de que aquele é o corpo que será exumado.
  3. Verificar o estado do caixão e remover a tampa.
  4. Fotografar o corpo e retirar bens ou objetos que possam ter sido enterrados junto com o cadáver.
  5. Destinar os ossos de acordo com a motivo da exumação. No caso de investigações criminais, são enviados para o Instituto Médico Legal (IML). Além disso, também podem ser colocados em uma gaveta menor, para dar espaço para outro corpo – ou ainda ser enviado para a cremação.

É importante destacar que caso não se enquadre em uma investigação policial, mudança de jazigo ou superlotação, a exumação é ilegal. Sem a presença de agentes judiciais ou sem os documentos, esse procedimento é considerado violação de sepultura.

Conte com a Viva Mais Plan!

Neste artigo, falamos sobre o que é e como é feita a exumação do corpo. Trata-se de um procedimento bastante comum em cemitérios públicos, que enfrentam problemas com superlotação. Por isso, conhecer mais sobre essa questão pode ser importante para o momento em que sua família precisar lidar com ela.

A Viva Mais Plan acredita que planejar o amanhã é viver melhor o presente. Por isso, contamos com planos de assistência funeral que oferecem todo o suporte que sua família precisa no momento do luto. Entre em contato conosco para saber mais sobre nossos serviços!

Os cinco estágios do luto: como lidar com a perda

Enquanto seres humanos, nós temos plena consciência sobre nossa finitude: a morte é uma das únicas certezas da vida. Apesar disso, a maioria das pessoas não está preparada para lidar com as perdas ou para enfrentar os estágios do luto.

Como a morte é ainda um assunto cheio de tabus, pouco se fala sobre como os estágios do luto podem ajudar no processo de aceitação e superação. Não se trata de esquecer aqueles que se foram, mas de aprender a seguir a vida de outra maneira após a sua partida.

Neste artigo, vamos falar sobre como os estágios do luto são caracterizados e como eles podem nos ajudar a ressignificar as perdas. Continue a leitura e confira!

Por que enfrentar o luto?

Acima de tudo, o luto é uma trajetória emocional complexa que tem início com uma perda significativa. Essa perda pode acontecer pela morte de um ente querido, mas também pelo término de um relacionamento ou pela demissão de um emprego, por exemplo.

Durante o processo de luto, é comum que a pessoa experimente uma série de emoções e as expresse de forma nem sempre racional. A culpa, a frustração, o desânimo, a tristeza e o isolamento podem aparecer com frequência.

É preciso aprender a lidar com essa experiência dolorosa para que possamos, aos poucos, retomar nossas atividades. Cada pessoa tem sua própria forma de atravessar os 5 estágios do luto, mas é importante que todos cheguem à aceitação e à superação. A seguir, confira quais são essas fases!

Quais são os cinco estágios do luto?

A psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross foi a primeira pessoa a falar sobre os cinco estágios do luto. Após anos de trabalho com cuidados paliativos de pessoas com doenças terminais, a especialista compreendeu que grande parte desses pacientes e seus familiares vivenciavam um processo semelhante.

Logo após o diagnóstico de uma doença incurável ou a perda de um ente querido, iniciamos um processo de luto, que compreende cinco estágios. A seguir, confira como cada um deles acontece.

  1. Negação: aqui, nos negamos a acreditar na verdade inconveniente de que alguém faleceu ou tem uma doença terminal. Essa fase pode durar, minutos, dias ou anos, de acordo com os recursos psicológicos e emocionais de cada um.
  2. Raiva: um turbilhão de emoções como raiva, angústia, desespero e medo aparecem. Nesse momento, o comportamento do enlutado pode se tornar hostil, ríspido e desagradável.
  3. Barganha: nesse momento, a pessoa passa a fazer negociações. “Se eu tivesse feito tal coisa, ele não teria morrido” ou “se eu fizer tal coisa, posso reverter a situação”. Mesmo que tenha consciência de que tais fatos são impossíveis, essa negociação traz certo conforto para o enlutado.
  4. Depressão: é uma das fases mais intensas, caracterizada por um grande sofrimento e dor. A pessoa tende a se isolar, chorar com frequência e repensar suas perspectivas de vida. O apoio de amigos e familiares é fundamental nesse momento.
  5. Aceitação: é o momento em que a pessoa entende a sua nova realidade, marcada pela ausência daquele que se foi. Aceitar não é esquecer, mas sim conviver de forma saudável com a perda. É seguir em frente, mesmo com a saudade.

Conte com a Viva Mais Plan

Neste artigo, falamos sobre os estágios do luto e como eles são importantes para o processo de aceitação da perda. A Viva Mais Plan acredita que todos devemos vivenciar o luto de forma digna, por isso contamos com serviços que oferecem o apoio que você precisa em um momento tão delicado.

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